IZALCI LUCAS METIA O PAU; AGORA O PR ALISA E AFAGA AGNELO QUEIRÓZ. COMO AS COISAS MUDAM NA POLÍTICA!

12:01Carlos Alberto-Há 40 anos vivendo Brasília!


IZALCI LUCAS E RONALDO FONSECA:OS DEPUTADOS VAI E VEM!
Ou, de como o PR faz qualquer coisa para se firmar na base governista.
O Partido da República passa a ser presidido pelo deputado federal Ronaldo Fonseca, que diz ter como meta auxiliar o governo do Distrito Federal e deixar o discurso de oposição de lado. O parlamentar sinaliza que sigla auxiliará Agnelo Queiroz com apoio e projetos.
Ou seja; primeiro bate; depois ganha; depois afaga...

Jornal da Comunidade,16.01.12


















Deputado Federal Ronaldo Fonseca agora no comando do PR.

Na entrevista publicada ontem, a conversa foi esta:


O Partido da República (PR) trabalhou rápido e colocou fim ao início de incêndio que ameaçava queimar a relação entre a sigla e o governo do Distrito Federal. Após assumir um posicionamento de oposição ao GDF, Izalci Lucas deixa a cadeira de presidente do diretório regional e dá lugar ao deputado federal Ronaldo Fonseca. Em entrevista ao Jornal da Comunidade o novo presidente do PR revela que a sigla se fima na base governista, apoiará o governo com projetos e força política e ainda buscará estreitar os laços com o governador Agnelo Queiroz.  

O que levou o senhor a aceitar a missão de presidir o PR?

Sou um deputado federal do partido e também faço parte do diretório nacional, e a sigla entrou em uma crise no DF porque o presidente anterior se posicionou em uma oposição muito ferrenha e radical ao governador. Diante disso, tanto eu quanto alguns nomes do partido entendemos que este não é o momento de abandonarmos o governo, até porque Brasília está precisando de unidade política, não de divisão.

Diante da crise, a executiva nacional teve de intervir?
A executiva nacional foi convidada a resolver o impasse e me colocou na presidência do partido. Assumi esta missão com o objetivo de acabar com este impasse.

Quais são as principais metas do partido?
Eu montei uma executiva partidária. Trouxe o Jofran Frejat que estava fora, o Wilson Lima, que foi presidente da Câmara Legislativa e governador do DF por um período, o deputado distrital Aylton Gomes, além do Bispo Renato, que é o secretário de Estado. Com isso dou um recado da forma que pretendo tocar o partido.

E qual é esta forma?
Eu não quero tocar uma sigla, quero tocar um partido, já que o instrumento para se fazer política, além do mandato, é o partido. A minha intenção é construir um partido que seja democrático, que tenha força política interessante e que ouça a voz do povo. Quero que as pessoas tenham esperança e que o partido leve para frente as teses delas.

O PR está com o governo?

Definitivamente com o governo. As rusgas e problemas anteriores ficaram para trás, mesmo porque sempre trabalhei aliado ao governador. Com a minha vinda à presidência o recado está dado, ou seja, somos base do governo.

Como o PR pode ajudar o GDF?

Primeiro com projetos, que é aquilo que até hoje temos contribuído, e com nomes para ajudar a governar. Como já temos algumas pessoas envolvidas no governo, não buscamos mais espaço. O que queremos é contribuir com projetos para pessoas mais carentes e aproximar o partido daqueles que mais precisam da política.

O ex-deputado Jofran Frejat seria um nome para ocupar um espaço no governo?

Não. O Jofran é um político reconhecido em Brasília e hoje quer contribuir mais partidariamente. Não pretende assumir cargo, mas no PR será uma pessoa muito forte e trabalhará próximo a mim.

Como a experiência dele pode ser aproveitada pelo senhor e pelo próprio PR?
Com a experiência que ele tem, principalmente na área da saúde. Ideias e projetos nesta área serão fundamentais e importantes para o GDF.

Qual o balanço o senhor faz do governo Agnelo?
O governador enfrentou muita dificuldade neste primeiro ano. Sabemos que o primeiro ano de governo é muito difícil e com o Arruda (ex-governador) não foi diferente. Agnelo teve um ingrediente a mais, porque pegou Brasília com a ameaça de intervenção e numa situação caótica no plano administrativo, de gestão pública, e é obvio que isso reflete no executivo.

Isso afetou de que forma?

Como um governador chega e vai começar a trabalhar sem colocar a casa em ordem? Ele fez muita auditoria, várias empresas que foram consideradas inidônias para trabalhar e pegou o governo inclusive inadimplente. Além do mais, alguns aproveitadores da política começaram a atacar o governador sem provas ou fundamentos para poder desestabilizar o governo.

Quais os maiores desafios do GDF para 2012?

O maior deles continua sendo a saúde, apesar que o Agnelo investiu no setor o que outros governadores não investiram. O resultado não vem agora porque a área é mais lenta, mas o grande desafio é viabilizar a saúde para que as pessoas, principalmente as mais carentes, sofram menos e utilizem os aparelhos do Estado para poder resolver seus problemas.

Agnelo teria outro desafio?

Preparar Brasília para a Copa do Mundo. O governador já conseguiu um feito muito bom que foi trazer sete jogos para a capital. Haverá muito investimento e precisamos viabilizar melhorias no trânsito e investimento no Entorno.



MAS  ANTES A CONVERSINHA ERA ESSA:

 (Entrevista ao Jornal Opção, na coluna de Andréia Bahia)

“Agnelo é incompetente, hipócrita e demagogo”, afirma Izalci Lucas do PR.

E mais:“R$ 200 milhões em emendas não
foram executados por causa da incompetência do governo
Agnelo Queiroz”.

Para o deputado Izalci Lucas (PR), o governador Agnelo Que­iroz conseguiu ser pior que aqueles gestores que roubam, mas fazem.
“Aqui nem se faz.” Se­gundo ele, além das denúncias de roubo e desvio, o governo não consegue administrar.
“Co­mo disse o senador Ivo Cassol (PP), deveriam cercar a Praça dos três Poderes e colocar o gado para pastar no local que foi tomado pela grama.” Ele lembra que Agnelo fez um esforço muito grande para cortar a grama da cidade assim que assumiu, em janeiro de 2011, “e o que se vê é que o mato venceu o governo”. 
O GDF não con­segue sequer controlar o ma­to, afirma o deputado.
Não conseguiu também emitir as certidões necessárias para lançar mão das emendas parlamentares aprovadas para 2011. “Mais de R$ 200 milhões em emendas não foram executados por causa de pendências de 20 anos e que o governo não teve competência para resolver”, conta Izalci Lucas. 
O governo anterior resolveu o problema politicamente e teve acesso às emendas. “Já decidimos que, ano que vem, se o governo não conseguir executar os mais de R$ 250 milhões em emendas já aprovadas, não vamos colocar nem mais 1 centavo para o DF”, afirma o deputado.
Na opinião de Izalci Lucas, a justificativa dos petistas de herança maldita “é conversa fiada”. “Eles se equivocam porque não existe governo passado, existe um só governo.” 
Ele lembra que Rogério Rosso foi indicado para suceder José Roberto Arruda em uma combinação que envolveu PT e PMDB. 
“Eles fizeram o governo de transição.” O caos do governo anterior não explica, por exemplo, porque Agnelo Queiroz não assumiu a pasta da Saúde, como havia prometido na campanha. Das 14 Unidades de Pronto Atendimento (UPA) prometidas, Agnelo Queiroz inaugurou uma, a de Samambaia. “Que já estava pronta no governo Rosso”, co­men­ta Izalci Lucas.
Na avaliação do parlamentar, a nota do primeiro ano do go­ver­no Agnelo Queiroz seria “me­nos alguma coisa”. 
“Além de incompetente, o governador é hipócrita e demagogo.”

Ou seja: antes o Governador Agnelo era taxado de ladrão, demagogo e que não conseguia responder sequer as denuncias seguidas contra ele e não administrava sequer o mato que crescia na capital da república. Agora é o melhor aliado e merecedor de todo respeito e apoio. É como as coisas mudam! Só não mudam nunca é para melhorar,para o lado do cidadão e eleitor, que paga(mos) toda esta festa...



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