27/02/2012

PPL- O PARTIDO QUE JÁ NASCEU CONTAMINADO E TRAINDO

PPL-PARTIDO PÁTRIA LIVRE: MAL NASCEU E JÁ 
ESTÁ CONTAMINADO.
Mal saído das fraldas, o PPL, mostra como é fácil se contaminar vergonhosamente pela “síndrome do rato contumaz”.



















ESTE EDITOR QUANDO DA POSSE COMO DIRETOR FUNDADOR DO PPL EM SAMAMBAIA, EM CERIMONIA NA CNI.





















Nascido do idealismo baseado na premissa de transformações profundas que durante todas as repúblicas foram defendidos aguerridamente por visionários como Getúlio Vargas, que embora ditador, era especialista em morar no coração do povo, mercê de conquistas que ele pagou com a própria vida para poder entregá-las a esse mesmo povo, ou Leonel de Moura Brizzola, esse o mais visionário e incorrigível idealista entre todos aqueles que correram atrás da faixa presidencial, o Partido Pátria Livre, o PPL, nasceu  após uma gestação complicada e apressada de menos de um ano na tentativa de posicionar  candidatos  as eleições gerais de 2010, o que não foi possível por que não conseguiu seu registro em tempo, e só pode comemorar sua certidão de nascimento e batismo político no final de 2011, quando conseguiu seu registro.
Seu atual “dono” no DF, Marco Antonio Campanela, egresso do MR-8 o movimento que encarou a ditadura movido por um idealismo que se supunha fosse imortal, mostra que realmente  o tempo muda tudo inclusive o comportamento moral e ideológico, esvaziando conteúdo doutrinário e político. Assim é que o partido, em cuja fundação eu  e os companheiros das  fotos tivemos participação intensa junto com outros companheiros em minha cidade, pedindo assinatura de fichas, nas feiras, igrejas, escolas e vizinhança, mostra que tudo em que acreditei como pedetista e brizolista que, o primeiro me dói na alma ver  seu atual e bisonho estágio, aliás algo parecido com o do PPL hoje no DF, cujo “cacique” foi candidato acomodado na legenda do PT, a deputado distrital, e hoje acomodou-se em uma secretaria do GDF, com uma troupe que curiosamente não participou com duas ou três exceções, da luta para criação e formação do partido. Quanto a ser brizolista, o seremos eternamente, indiferente ao fato do fazem hoje com sua imagem e o seu, o nosso partido de origem, órfãos que ficamos com sua perda e agora de Maurício Correa, que levaram os interesses do povo e de seu país acima de qualquer negociata sendo capazes de dar suas próprias vidas por eles, diferente do que se vê hoje no DF,com múmias políticas como Cristovam Buarque, George Michel, Reguffe, o federal sonso ou ainda o bisonho e cara de pau Carlos Lupi, aquele que roubou, roubou e depois disse que só deixava o cargo, “debaixo de bala”.
Com o apoio dado ao atual governador, Marco Antonio Campanela pode enfim dar vazão as suas pretensões egoísticas, nascidas quando resolveu sair da chefia de gabinete do vice Filipelli, quando este era deputado federal, e criar o PPL no DF, movido apenas por sua vontade de ser mandatário de um partido que embora parecendo ser uma voz libertária contra a opressão e os descaminhos do tradicionais vampiros políticos de direita que sugam o Brasil há tantos anos, porta-se hoje exatamente igual a eles; dono de um cabide de empregos com seu grupo inclusive  entre eles, os oportunistas que saquearam e usurparam o diretório de Samambaia, que como se vê nas fotos, com os fundadores e batalhadores pela estruturação inicial  do PPL e que deveriam ter  por direito desde a   fundação do partido, seu lugar garantido e merecido pelo trabalho que fizeram, e simplesmente foram roubados em seus direitos, na calada de reuniões secretas que trocaram os diretores originais, eu, Carlos Alberto, Marinalda Gomes, José Tonico, e José Milton, verdadeiras colunas iniciais do PPL aqui em Samambaia, DF.
Mas o tempo, eterno senhor da razão, continuará sempre de tempos em tempos, a defenestrar lobos em pele de cordeiro como a operação Caixa de Pandora recentemente, fez e faz  até hoje, bem como no primeiro ano do governo Dilma, onde o bisonho Lupi foi um dos expoentes mais visíveis de até onde  vai o ridículo egoísmo daqueles que pensam enganar o povo todo, durante o tempo todo, e creem poder  usar eternamente a boa lábia, e poder de convencimento que acham ser sempre  infalíveis de sua parte, na manipulação  de suas mais mesquinhas atitudes, quais sejam, de se acomodar, manipular , negociar, pisar e sugar o bem público, desvirtuando cada voto ou cada porção do trabalho daqueles que acreditaram com fé no que lhes foi proposto como ideologia de trabalho visando  o bem comum, e simplesmente são traídos como fizeram os  atuais donos do PPL-DF, todos acomodados em cargos no GDF, sem maiores preocupações com suas consciências ou prestações de contas ideológicas perante o povo.
Mas por enquanto, o pensamento dominante entre Campanela e seus sequazes, assim como a camarilha que tomou conta dos partidos especialmente os de antiga oposição, é um só; a “síndrome do rato contumaz”, ou seja, “não largaremos o queijo nunca”.
Pelo menos no que nos resta de tempo no último governo de esquerda a dirigir o DF.
E quanto aos diretores do PPL que cismam em deixar para trás correligionários que deram o sangue para vê-lo nascer, deveriam já ter aprendido a lição de não querer dar o passo maior que as pernas, pois ao ter ingressado em seus quadros, o distrital Raad Massouh, já chegou com fama de pé frio depois de abandonar  o partido que o elegeu o DEM causador dos estragos ao Governador Arruda, (e que a propósito ainda está posando de inocente sem ser atingido ainda, pela lei da Ficha Limpa). Mal se instalou, e já foi cassado.
É como já foi comprovado pela própria história  da política: Não tem pé de coelho que ajude gente que trai  os próprios companheiros de caminhada. Pensem nisso Campanela, e seus asseclas, pois amanhã certamente vocês   receberão de volta na mesma moeda sórdida usada por todos os judas políticos.
 






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