Agnelo Queiroz 1 x Quadrilha do Cachoeira 0

13:58Carlos Alberto-Jornalismo,isento e sem compromisso com mentiras.!

               Tentaram, mas não deu certo.



Grupo que tentou acusar e derrubar o o governo eleito do DF, apostou na CPI e se deu mal.
Tinha que dar no que deu. Sem provas e com acusações manipulada apenas por grupos interessados em espoliar o DF e desestabilizar o governo que tomou posse com o nome de novo caminho e que vinha sistematicamente atacado por grupos  eivados pelos mais  variados interesses financeiros e políticos, os grupos que armaram a trama viram seus objetivos irem pela ralo, quando em seu relatório final, a CPI após avaliar os dados das acusações no processo contra o Governador Agnelo Queiróz, declarou-o inocente das acusações.
A revelação está no relatório final da CPMI que investigou a rede criminosa comandada por Cachoeira. O documento é claro ao garantir que a atual gestão do GDF impediu todas as tentativas da quadrilha. Por isso, o bando passou, então, a usar todas suas táticas criminosas para derrubar do poder o governador Agnelo Queiroz.
O relatório descreve em detalhes a atuação da quadrilha para roubar os cofres do Governo do Distrito Federal: eles queriam dominar os serviços de bilhetagem eletrônica e da coleta de lixo, por meio da empresa Delta, além de regularizar a chamada “Fazenda Gama” para loteamento. A quadrilha tentou se infiltrar no GDF para garantir cargos e contratos, mas não conseguiu.
“O mais grave, entretanto, é que o comando da quadrilha a partir de determinado momento passou a articular a própria destituição do governador democraticamente eleito, a fim de que os planos e objetivos divisados pelo grupo (que estariam encontrando resistência na nova administração eleita) pudessem, na compreensão deles, serem implementados de maneira mais tranquila”, destaca outro trecho do documento final apresentado quarta-feira (21/11).
 “A ordem era bater, bater e bater, até o governador cair. Havia prazo estipulado para a degola. Negociações eram articuladas antecipadamente com esse novo cenário. Até mesmo a transição pós-queda do governador e seus secretários e os eventuais substitutos recheavam as conversas entre os integrantes da organização criminosa”, revela o relatório, com base nas escutas telefônicas da Polícia Federal.
A CPMI concluiu, com os dados da quebra dos sigilos bancário, telefônico e fiscal do governador (oferecidos por ele mesmo) e as apurações do Ministério Público e da Polícia Federal, que Agnelo Queiroz não compactuou nem participou desse esquema criminoso. Ao contrário, o combateu e, por isso, virou vítima da quadrilha.
“Não era apenas o governador eleito que seria vitimado em face de um eventual êxito das investidas criminosas da quadrilha. Seriam aviltados todos os cidadãos brasilienses e perderia o próprio Estado Democrático de Direito... Podemos afirmar que no âmbito da investigação que fizemos não existem elementos que possam vincular a pessoa do governador Agnelo Queiroz com a organização criminosa liderada por Carlos Cachoeira, não havendo, portanto, de nossa parte, a indicação de qualquer responsabilidade em face do chefe do Poder Executivo Distrital”, conclui o documento, de forma contundente.
 “Fui perseguido porque não permiti que essa quadrilha se infiltrasse no Governo do Distrito Federal. O relatório é muito esclarecedor e revela, até para mim mesmo, o tamanho da conspiração da qual fui vítima”, afirma Agnelo Queiroz. “Está provado que aqui no Distrito Federal eles não conseguiram atuar e sofri ataques por ter contrariado os interesses desse grupo. Ofereci a abertura do meu sigilo bancário, que foi analisado e mostrou à CPMI que eu não tinha nada a esconder. Minha vida pública foi totalmente vasculhada e nada foi encontrado. Portanto, a CPI provou que fui vítima e sou inocente”, diz o governador do Distrito Federal.

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