DEPOIS DA MÍDIA INGLESA, NYT ESCULACHA O BRASIL

19:59Carlos Alberto-Jornalismo,isento e sem compromisso com mentiras.!

OU DE COMO INGLESES E AMERICANOS ADORAM NOS MALHAR!



Falar mal do quintal alheio, mais especificamente do Brasil, parece estar se tornando uma praxe da mídia internacional; inicialmente o jornal britânico Financial Times tentou determinar os rumos da política econômica e chegou a pedir a cabeça do ministro da Fazenda, Guido Mantega; neste domingo, New York Times (EUA) publicou matéria intitulada “Do boom à ferrugem”, onde afirma que os atrasos e os altos custos nas obras da Copa são apenas a ponta mais visível dos problemas de infraestrutura enfrentados pelo país; segundo o jornal, esta situação demonstra a fraqueza do capitalismo de Estado no Brasil.


Falar mal do quintal alheio, mais especificamente do Brasil, parece estar se tornando uma praxe da mídia internacional. Inicialmente o jornal britânico Financial Times tentou determinar os rumos da política econômica brasileira e chegou a pedir a cabeça d ministro da Fazenda, Guido Mantega. 
Agora, é a vez do jornal New York Times (EUA) esculachar o Brasil. Em reportagem publicada neste domingo (13) e intitulada “Do boom à ferrugem”, o NYT diz que os atrasos e os altos custos nas obras da Copa são apenas a ponta mais visível dos problemas de infraestrutura enfrentados pelo país. Segundo o jornal, esta situação demonstra a fraqueza do capitalismo de Estado no Brasil.
A matéria, que mereceu um amplo destaque do jornal, cita a desaceleração da economia como um dos pontos responsáveis pelo atraso ou abandono de grandes obras como a construção da Ferrovia Transnordestina, parte de obras listadas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), parques eólicos sem linhas de transmissão, entre outros projetos.
Os personagens que ilustram a matéria enfatizam a posição do jornal. Para o diretor da ONG Contas Abertas, Gil Castello Branco, “Os fiascos estão se multiplicando, revelando uma desordem que é infelizmente sistêmica. Estamos despertando para a realidade que imensos recursos foram desperdiçados em projetos extravagantes enquanto nossas escolas públicas ainda são uma bagunça. Já o professor do Insper, Sérgio Lazzarini, afirma que “Muitas obras nunca mereceram dinheiro público”.
Muitas das obras de infraestrutura que apresentam problemas foram iniciadas no governo do ex-presidente  Luiz Inácio Lula da Silva. Como exemplo, o NYT cita a Transnordestina, que teve o seu custo ampliado de US$ 1,8 bilhão para US$ 3,2 bilhões.
O jornal cita, ainda, o rebaixamento da nota de avaliação de crédito do País, feita em março pela agência Standart & Poor’s, e as dificuldades enfrentadas pela presidente Dilma Rousseff (PT) em manter sob controle o apoio da base aliada.
SITE 247

PERGUNTA QUE VAI FICAR SEM RESPOSTA DIANTE DA TRADICIONAL ARROGÂNCIA NORTE AMERICANA:




Porque o "New York Times" não olha para seu quintal, isto é, os EUA ? Vejamos: 1) Atualmente a dívida pública dos EUA atinge mais de US$ 15 trilhões e é impagável. 
As agências de "rating" como a Standard & Poors continuam a dar nota AAA para os EUA, objetivando atrair financiadores para essa dívida. O possível calote faria ruir o sistema financeiro internacional. 
O Brasil é atualmente, com reservas de US$ 400 bilhões (logo depois da China e Japão, um dos MAIORES FINANCIADORES dessa dívida. 3) o desemprego continua alto nos EUA e a MENDICÂNCIA CRESCEU, inclusive em cidades ricas (sic) como Boston, observado por pessoa que esteve lá, recentemente. 4) algumas grandes cidades, tais como Detroit, a antiga "capital do automóvel" estão devastadas pela crise econômica e METADE DE SUA POPULAÇÃO A ABANDONOU para não ser reduzida à miséria. É possível constatar isso, pela internet, acessando o sitio da cidade. 5) Estados como Montana, Wisconsin e Nebraska estão reduzindo os serviços públicos (por exemplo: fechando escolas) porque não tem condições de pagar o funcionalismo e ainda ameaçam DIMINUIR OS SALÁRIOS de quem fica.
Mas eles não se calam nunca...




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