DIA NACIONAL DA PREVENÇÃO E COMBATE A HIPERTENSÃO ARTERIAL- BOAS NOTÍCIAS

22:32Carlos Alberto-Jornalismo sério

HIPERTENSÃO ARTERIAL.ENTENDA O QUE É BOM E O QUER É RUIM PARA O SEU CORAÇÃO E PARA TER  UMA VIDA MELHOR.




No próximo sábado (26) será comemorado o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial.
Segundo dados do Ministério da Saúde, aproximadamente 24% da população brasileira adulta sofre com a doença.
A Secretaria de Saúde (SES-DF) estima que no Distrito Federal, foram registrados mais de 400 mil casos de hipertensão em 2012.
A doença leva ao desenvolvimento de diversas complicações no organismo, como o infarto e o AVC.

Pressão alta pode ser fatal

A hipertensão arterial contribui para o desenvolvimento de AVC, infarto, além de outras doenças cardiovasculares

No próximo sábado (26), é comemorado o Dia Nacional de Combate e Prevenção à Hipertensão Arterial. Segundo dados do Ministério da Saúde, aproximadamente 24% da população brasileira adulta sofre com a doença. A Secretaria de Saúde (SES-DF) estima que no Distrito Federal, foram registrados mais de 400 mil casos de hipertensão em 2012.

 Porém, grande parte dos pacientes não sabem que sofrem com a patologia. “Esta é uma doença silenciosa. Então, a população acredita em alguns mitos sobre os sintomas. Dor de cabeça e tonturas não são sinais da doença. A melhor forma de diagnosticar essa enfermidade é realizar a aferição da pressão”, afirma o cardiologista Lucimir Henrique Maia, do Hospital do Coração do Brasil, em Brasília.
 

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O médico explica que a hipertensão é uma condição do organismo, que age como um mau funcionamento do corpo. “A pressão alta é desencadeada por uma série de fatores não modificáveis e modificáveis. Algumas pessoas, por exemplo, já nascem com algumas determinações genéticas, que predispõem o desenvolvimento da patologia”, detalha.
 
Dr. Lucimir alerta para os fatores externos ligados ao estilo de vida. “Os fatores modificáveis apresentam grande contribuição para o surgimento e agravamento da hipertensão arterial. Sobrepeso, obesidade, tabagismo, sedentarismo, alcoolismo, estresse psicossocial, distúrbios de sono e má alimentação são alguns desses fatores”, enumera o cardiologista.
 Além disso, a pressão alta é uma enfermidade característica de idosos.  “Com o passar dos anos e com o envelhecimento, as paredes dos vasos sanguíneos se tornam mais enrijecidas, causando maior pressão e força sanguínea”, esclarece. 
O médico acrescenta que, por isso, controlar os fatores externos é uma ótima saída para prevenir e retardar o surgimento da hipertensão arterial.

Cuidado, pressão alta pode matar

O cardiologista Lucimir Henrique Maia, do Hospital do Coração do Brasil, alerta que a hipertensão arterial contribui para o desenvolvimento de outras doenças, que podem ser fatais. “Pressão alta descontrolada pode levar a casos de acidente vascular cerebral (AVC), infarto, além de outros problemas cardiovasculares”, ressalta.

O médico garante que o tratamento desta enfermidade depende muito da conscientização do paciente e de um acompanhamento médico regular. “A pessoa deve mudar todo o estilo de vida, adotando hábitos saudáveis. Apenas retirar o sal da alimentação não é o suficiente. Se as mudanças não controlarem a pressão, é prescrito um medicamento”, conclui o cardiologista.
PRESSÃO ALTA E MELANCIA- A BOA NOTÍCIA
Saúde – Melancia reduz pressão arterial e risco de ataque cardíaco
Estudo publicado no American Journal of Hypertension mostra que o fruto reduz o estresse cardíaco até em situações de baixa temperatura

MELANCIA REDUZ PRESSÃO ARTERIAL E RISCO DE ATAQUE CARDÍACO.


Para os amantes de melancia, uma boa notícia: além de saboroso, o fruto reduz a pressão arterial em pessoas com sobrepeso e também diminui o risco de um ataque cardíaco, de acordo com um estudo publicado no American Journal of Hypertension. 
As informações são do Daily Mail.
O levantamento mostra que comer melancia faz bem para a saúde e reduz o risco de problemas cardíacos durante o frio, já que a baixa temperatura gera condições de estresse para o corpo e faz com que o coração trabalhe mais.
Por três meses, cientistas analisaram 13 homens e mulheres obesos, de meia-idade, que sofriam de pressão alta. As mãos dos participantes foram mergulhadas em água fria para testar as reações do organismo. Diariamente, metade dos participantes recebeu extratos de melancia – que corresponde a 4 g de citrulina e agina – e a outra metade recebeu um placebo.
Os resultados mostram que a melancia reduz a pressão arterial e o estresse cardíaco, mesmo em condições de baixa temperatura.
“Isso significa menos sobrecarga para o coração, de modo que ele funcione facilmente durante uma situação de tensão, como a exposição ao frio”, detalhou o professor Arturo Figueroa, da Univerdade Estadual da Flórida.
Recentemente, pesquisadores da Universidade de São Paulo, mostraram que fazer hidroginástica em água quente pode reduzir a pressão arterial, mesmo em pessoas para as quais a medicação não funciona.
E O VINHO TAMBÉM AJUDA...



Combinação das substâncias do vinho é mais eficaz em pacientes com alto risco cardiovascular.
Segundo o estudo publicado no “American Journal of Clinical Nutrition”, tanto o etanol como os polifenóis presentes no vinho tinto têm diferentes efeitos beneficentes sobre as moléculas inflamatórias causadoras da aterosclerose em seus estágios adiantados, assim como a combinação de ambos é mais eficaz em pacientes com alto risco cardiovascular.
Estas são as principais conclusões da pesquisa desenvolvida por três grupos do Centro de Pesquisa Biomédica em Rede-Fisiopatología da Obesidade e a Nutrição (Ciberobn), dirigidos por Ramón Estruch, Francisco José Tinahones e Dolores Corella.
Trata-se, segundo uma nota do Ciberobn, do primeiro teste clínico que demonstra os efeitos beneficentes do etanol e dos polifenóis, substâncias químicas presentes nas plantas.
Os pesquisadores detalharam que a pesquisa foi iniciada a partir de um “paradoxo francês”, já que os habitantes da França sofrem uma incidência “relativamente baixa” de doença cardíaca mesmo com uma dieta rica em gorduras saturadas.

Essa tendência fez com que os cientistas especulassem sobre a possibilidade deste fato estar relacionado com um maior consumo de vinho tinto, que contém uma elevada concentração de polifenóis, potencialmente beneficentes para o coração.
“No entanto, o que ainda não tinha sido demonstrado era que o etanol também contribuísse para reduzir a inflação arterial e celular”, como aponta o estudo.
Para chegar às conclusões sobre as “virtudes” do consumo moderado do álcool, os pesquisadores do Ciberobn recrutaram 73 homens com alto risco cardiovascular, todos com idades compreendidas entre os 55 e 75 anos.
Os selecionados eram consumidores moderados de álcool e tinham diabetes ou três dos seguintes fatores de risco cardiovascular: tabagismo, hipertensão arterial, colesterol, obesidade e parentes com doença coronária prematura.
Os pesquisadores comprovaram que o álcool (sem polifenóis) exerceu um efeito antiinflamatório em pacientes de alto risco e diminuiu os níveis de alguns marcadores inflamatórios. Já a combinação de etanol e polifenóis do vinho afeta mais os pacientes com alto risco cardiovascular.
“O estudo indica que a redução do risco de doença cardiovascular entre os consumidores de vinho tinto observado na maioria dos estudos epidemiológicos pode depender de uma combinação de ambos, o álcool e os polifenóis, e não só destes últimos como se achava até agora”, aponta Estruch.

Com informações de:
Hospital do Coração do Brasil

PESQUISA: KARLÃO-SAM.


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