PORQUE SÓ DERRUBAM ESTE? SUPERMERCADO TATICO JÁ TINHA SIDO ALVO DE DERRUBADAS EM 2010 E 2011: MAS E OUTRAS OBRAS ILEGAIS PORQUE NÃO O SÃO?

17:55Carlos Alberto-Há 40 anos vivendo Brasília!

PORQUE OUTRAS OBRAS IGUALMENTE IRREGULARES NÃO SÃO DERRUBADAS?


OBRA IRREGULAR DO TATICO VERSUS OBRA IRREGULAR DO PAULO OTÁVIO: VÊ SE VOCÊ ENTENDE...
No shopping do ex-manda chuva, fizeram festa chique para inaugurar uma obra irregular com a presença de muito “bacana” (inclusive um que se acha dono de Ceilândia) da políticalha local que compareceu babando o dono da irregularidade, e que depois foi a PC sob medida de um juiz prestar “esclarecimentos”.
(Pobre vai debaixo de porrada e no “sapeca iaiá” confessa ou “entrega” tudo!)
Logo depois a "Operação Átrio” prendeu dois administradores regionais que faturavam por fora com alvarás (Será que foi SÓ ELES? E nomeados por quem, por quem? Ó perguntinha atroz!)
Agora me respondam: Se é irregular ou deve documentos, coisa que nenhum de nós consegue fazer para ter alvará e funcionar, como é que tudo quanto é “bacana” vai na festa e compactua como se não soubesse de nada?
Entenda tudo (e veja quem são os "bacanas" (ou sacanas) que estavam lá na inauguração do "IRREGULARISHOPING JK"!

Tatico já foi derrubado duas vezes desde 2010 pela Agefis.
(Correio Braziliense-Publicação: 25/11/2010) 
A obra ocupava espaço quase 43 vezes maior que o permitido.       
A rede Tatico e supermercado é muito conhecida pela população de renda baixa em Goiânia, Aparecida de Goiânia, Águas Lindas e Brasília.
A Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis) realiza, na manhã desta quinta-feira, a demolição do novo supermercado da rede Tatico, no P Norte, em Ceilândia. De acordo com a Agefis, a obra tinha autorização para ocupar de 128 m² e, no entanto, tinha uma estrutura de 5,4 mil m², quase 43 vezes maior que o permitido. A rede é composta por cinco supermercados no DF, em Ceilândia, Samambaia, Águas Lindas, Santa Maria e Recanto das Emas.

Abadia Tatico, filho do proprietário da rede, alega que fez o pedido para aumentar a área construída, mas ainda não obteve resposta. Ele foi notificado em setembro e solicitou prorrogação do prazo de recurso no final do mesmo mês, mas não recorreram. A obra estava embargada desde o dia 7 de outubro. No entanto, a construção não foi interrompida e está quase finalizada - faltavam apenas acabamentos internos. Não cabem mais recursos ao embargo. Hoje foram demolidas apenas as paredes e ainda não há data prevista para o restante. Materiais de construção também foram apreendidos.

"Não estamos discumprindo a lei, apenas aguardamos uma autorização", alega o filho de Tatico. Para ele, era necessário apenas que lacrassem a obra. 
O prejuízo foi calculado em R$ 4 milhões. Participam da ação 50 agentes da Agefis, com três caminhões e dois tratores. A Polícia Militar também acompanhou a demolição.

Manifestação
Cerca de 30 moradores entraram no prédio, protestando contra a demolição. Alguns são funcionários e outros pretendiam ser contratados. Segundo eles, o novo supermercado seria uma fonte de emprego para a região. Os manifestantes foram contidos pela Polícia Militar.

E DE NOVO EM 2011


Supermercado Tatico é derrubado pela segunda vez em Ceilândia
(CORREIO BRAZILIENSE-Publicação: 11/02/2011)
Pela segunda vez em cinco meses uma força tarefa de órgãos do GDF realiza a derrubada de um supermercado da rede Tatico no setor P Norte, em Ceilândia. Cerca de 303 agentes da coordenada pela Subsecretaria de Defesa do Solo e da Água (Sudesa) e composta pela Secretaria de Ordem Pública e Social (Seops), Polícia Militar, Polícia Civil, Agência de Fiscalização (Agefis), Novacap, Coordenaria das Cidades, Corpo de Bombeiros, Companhia de Saneamento Básico do DF (Caesb), Companhia Energética de Brasília (CEB) e pelo Departamento de Trânsito (Detran) estão no local.

A autorização, segundo o diretor de fiscalização da Agefis, José Aírton Lira, era para que 128 m² fossem erguidos. No entanto, foi constatado que 5,4 mil m² estavam construídos ilegalmente. "Nós já viemos e fizemos a demolição pelos mesmos motivos em novembro de 2010. Depois uma liminar foi expedida e eles reconstruíram tudo. Nós conseguimos derrubar a liminar e agora voltamos aqui para demolir toda a invasão de área pública", explicou.

O Corpo de Bombeiro retirou os botijões de gás para evitar uma explosão e uma área de segurança foi demarcada para garantir a segurança dos vizinhos durante toda a operação. 

Além disso a parte de alvenaria já foi retirada e, no período da tarde, a estrutura de ferro será retirada. Ao contrário do que ocorreu em novembro, não há resistência de moradores e proprietários. Na época uma mobilização foi feita por alguns vizinhos que seriam prováveis funcionários do supermercado para tentar evitar a ação. Desta vez Abadia Tatico, filho do proprietário, recebeu a notificação com antecedência e estava ciente da demolição.

Vinte e oito caminhões e tratores vão fazer o carregamento de todo o material derrubado. "É um processo demorado, tendo em vista o tamanho desta invasão. Nós devemos ficar aqui até o final da tarde para concluir a ação. Nossos homens trabalham com tranquilidade para concluir o processo sem nenhum tipo de problema", disse Aírton Lira.

Primeira derrubada
No dia 25 de novembro de 2010, a mesma operação foi realizada pela Agefis. Na época, Abadia Tatico, filho do proprietário da rede, alegou ter feito o pedido para aumentar a área de construção, mas ainda não tinha recebido resposta da Justiça. Mesmo com o embargo da obra, expedido em 7 de outubro, a construção continuou e chegou a atingir uma área 43 vezes maior a permitida.

O prejuízo estimado pelo proprietário na época foi de R$ 4 milhões. Cerca de 30 moradores protestaram e entraram na obra para tentar evitar a derrubada, alegando que ali haveria possibilidade de geração de emprego para a comunidade local. Policiais Militares tiveram que intervir para dar continuidade na operação. No mesmo mês, uma liminar proibiu a Agefis de fazer derrubadas no local, bem como o proprietário de dar continuidade à obra.

Apreensão de materiais em janeiro

No dia 06 de janeiro de 2011 uma apreensão dos materiais utilizados na obra foi feita por cerca de 70 agentes da Agefis. Sacos de cimento, tubulações elétricas e de esgoto, cerâmicas e diversas máquinas foram colocadas em caminhões e levadas para o depósito de bens apreendidos da Agefis, no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA).

AGORA, OS EMPREENDIMENTOS DO EX-GOVERNADOR  PAULO OTÁVIO...


Caso das Administrações Regionais: 
Mesmo com falta de 
habite-se, Shopping de Paulo Octávio 
em Taguatinga, 
foi  inaugurado, com protesto por parte 
de moradores.
  • Expectativa com o shopping
Apesar da documentação apreendida em 
investigação 
da falta do habite-se, a inauguração do 
empreendimento localizado em 
Taguatinga Norte 
foi realizada. 
Lojistas estão preocupados com 
os investimentos.

MAS NEM TUDO FOI FESTA...
Presenças ilustres marcaram a inauguração do shopping do ex-deputado 
e ex-governador; pouco tempo depois 
veio o "Escândalo dos alvarás", na "Operação Átrio"da PCDF, em que 
foram presos os administradores 
regionais de Taguatinga CARLOS JALES  e o de Águas Claras, CARLOS SIDNEY.






Será que nenhum desses senhores que deveriam lutar pela moralidade da coisa pública, sabia das irregularidades?
Ou estariam compactuando com elas, como ovelhas inocentes?
Alvo de investigação do Ministério Público do Distrito 
Federal e Territórios (MPDFT) e da Polícia Civil do DF, 
as obras do JK Shopping & Tower, em Taguatinga Norte, 
estão mantidas. 
Ontem, um dia após a operação que constatou 
irregularidades na concessão do alvará do 
 empreendimento, funcionários trabalhavam para 
finalizar e entregar o centro de compras dentro do prazo. 
A promessa é de que seja inaugurado daqui a uma 
 semana. 
O lançamento, porém, depende das investigações, já que 
toda a documentação que estava na Administração Regional 
de Taguatinga acabou apreendida durante a Operação Átrio.
Erguido na QNM 34, na Avenida Hélio Prates, 
o JK Shopping & Tower atenderá, principalmente, 
moradores de Taguatinga e de Ceilândia. Serão 192 lojas. 
O investimento inicial, segundo o ex-vice-governador 
do DF Paulo Octávio, foi de R$ 450 milhões, sendo 
uma parte dos lojistas e outra do próprio empresário.

Segundo a investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do MPDFT, da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Deco), 

da Polícia Civil, houve irregularidades na concessão 
do alvará de construção do JK e de pelo menos cinco empreendimentos. 
As apurações indicam que, com uso de propinas ou de 
outros tipos de vantagens, empresários conseguiam a 
liberação em, no máximo, 15 dias, quando o prazo 
mínimo pode ser de 60 dias.
 
RECEIO: MAIS ENVOLVIDOS PODEM IR PRESOS.



Entre os suspeitos de integrar o grupo investigado pela polícia e pelo MPDFT, está o ex-administrador de Taguatinga CARLOS JALES, exonerado após a operação, além do empresário Paulo Octávio. 
Os documentos liberados pela administração foram 
apreendidos durante a ação de promotores e 
agentes civis. O Governo do Distrito Federal (GDF), 
por meio da assessoria de Comunicação, informou 
que não é possível informar se a documentação está 
em dia, pois não teve acesso aos papéis. Mas detalhou 
que a Secretaria de Transparência vai solicitar à 
polícia o compartilhamento das provas para analisar 
como foi feito o trâmite.

Mesmo sem o habite-se do empreendimento, a assessoria 

do grupo PaulOOctavio garantiu que a inauguração 
para o próximo dia 16 está mantida, mas que os 
documentos não podem ser divulgados. Esclareceu 
também que o alvará de construção foi emitido em 
outubro de 2010, e o prédio se encontra em fase de 
acabamento. Na próxima segunda-feira, a empresa 
pretende entrar com o pedido do habite-se na 
 Administração Regional de Taguatinga.

Justiça e polícia:

A investigação que desencadeou a Operação Átrio teve 

início no Ministério Público do DF e Territórios. 
Em 2011, a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado 
(Deco) abriu inquérito para apurar as supostas 
irregularidades na concessão de alvarás, especialmente 
em empreendimentos em Taguatinga e em Águas Claras.
COMO FOI:
A PRISÃO DOS ADMINISTRADORES REGIONAIS 
CARLOS JALES E CARLOS SIDNEY:


O Shoping JK, segundo o inquérito policial da 
"Operação Átrio" teria sido um dos beneficiados 
pelo esquemas de emissão rápida e fraudulenta dos alvarás...



 ...que também meteu na cadeia o ex administrador de Águas Claras, CARLOS JALES", não antes sem 
interná-lo após o mesmo ter passado mal no ato da prisão.

 "VERDADEIRA QUADRILHA DOS ALVARÁS: UMA BANDALHEIRA. DIZ O DELEGADO"
Segundo o diretor-geral da Polícia Civil do DF, 
Jorge Xavier, os alvarás para construção eram liberados rapidamente, mesmo sem os documentos exigidos, em 
troca de dinheiro e benefícios a servidores públicos, 
como vantagens políticas, presentes e possibilidades de emprego.

"Segundo os investigadores, acontecia uma verdadeira bandalheira, ou seja, nada do que era indispensável 

para uma obra era exigido desses empresários. 
Em troca disso, havia uma concessão de favores", 
diz Xavier.
De acordo com a polícia, os administradores emitiam 

o alvará de construção sem que os empresários 
cumprissem as normas exigidas. Um exemplo é o shopping JK, empreendimento do Grupo Paulo Octavio.

A corporação informou que o documento foi liberado 

mesmo sem o relatório de impacto no trânsito do 
Detran e as autorizações do Corpo de Bombeiros, 
CEB e Caesb. A policia diz que o grupo chegou 
a falsificar informações na planta do  prédio.

O inquérito será analisado pelo Ministério Público, 

que deve decidir se oferece denúncia à Justiça.

O administrador Carlos Sidney de Oliveira foi preso 
na manha de hoje em uma operação da Polícia Civil 
com o Ministério Público do DF (Átrio), o administrador de Taguatinga, Carlos Jales, ainda é procurado pela polícia,
os dois são investigados pela Polícia Civil e MPDF por pagamento de propina na concessão de alvarás de 
construção em Águas Claras e Taguatinga.

A Polícia Civil também tem um mandado de condução coercitiva para o empresário e ex-governador 
Paulo Octávio, a Polícia e o MP consideram que o 
depoimento de Paulo Octávio é fundamental para 
esclarecer o esquema de corrupção investigado, o problema envolvendo Paulo Octávio está relacionado com o 
shopping JK que o empresário estaria para inaugurar
 em Ceilândia, com a deflagração da operação policial,
 no entanto, Paulo Octávio não deve obter a licença de funcionamento do shopping JK de Ceilândia. 
Outros dez empresários também serão conduzidos à 
delegacia para prestar depoimento no âmbito da 
Operação Átrio. 
A Polícia Civil ainda não sabe se Paulo Octávio está 
envolvido ou seria vítima no esquema de pagamento 
de propina para obtenção de alvarás, mas a Polícia 
considera o depoimento de Paulo Octávio fundamental 
por isso o mandado de condução coercitiva contra o 
empresário. Na casa do administrador de Águas Claras,
 a Polícia também teria encontrado dinheiro.
(Informações de Lillian Tahan)

ADMINISTRADORES DEMITIDOS: 
HISTÓRIA ANTIGA NO ATUAL GOVERNO.

Manifestantes tentaram impedir a inauguração do 
Shopping JK, entre Taguatinga e Ceilândia, regiões administrativas do DF.
Eles argumentaram que o estabelecimento estaria sendo inaugurado sem o “habite-se”. O shopping também 
está sob investigação do Ministério Pública e da 
Polícia Civil, que deflagrou a operação Átrio,desmontando suposto esquema de negociação de alvarás pelas 
administrações regionais de Taguatinga (DF) e Águas Claras (DF).
Na última quinta-feira, o ex-administrador de Águas Claras Carlos Sidney de Oliveira, e o de Taguatinga Carlos Jales tiveram suas prisões temporárias decretadas pela Justiça 
devido a suspeitas de irregularidade na concessão de alvarás 
de construção a empresas do ramo imobiliário. ... 
Os ex-administradores das duas cidades estão presos, 
suspeitos de receberem propina para a liberação de alvarás.  
O Shopping JK teria se beneficiado desse esquema. "


Cinco histórias suspeitas em administrações:



Manoel foi nomeação do deputado distrital Olair.
O primeiro administrador regional a ser demitido do cargo na atual gestão foi Manoel Carneiro (foto), de Águas Claras, por nomeação do distrital Olair Francisco, em setembro de 2012.
Ele contratou, sem licitação, a gráfica de um amigo para a confecção de 250 mil gibis que teriam sido distribuídos entre alunos da rede pública da cidade. Pagou R$ 1 milhão com recursos públicos.
Desde o início da gestão do governador Agnelo Queiroz no Palácio do Buriti, em 2011, somam cinco os administradores regionais exonerados por envolvimento em casos de suspeita 
de mau uso do dinheiro público. 
Apesar de a quantia ser relativamente baixo perante o 
número de regiões administrativas (31), os fatos espantam 
pela gravidade das acusações. É o que afirmam especialistas ouvidos pelo Correio. 


DONIZETE SANTOS DE ITAPUÃ - OUTRO DEMITIDO.

Depois, foi a vez de Donizete dos Santos, exonerado da administração do Itapoã ao contratar o cantor Amado Batista 
para fazer uma apresentação na cidade. O cachê cobrado, 
no entanto, foi quase três vezes superior ao praticado em apresentações do artista pelo país afora. 
Neviton Júnior também acabou destituído da administração 
de Santa Maria, em agosto passado, depois de indícios sobre superfaturamento e desvio de verba para a realização da 
23ª edição do aniversário da cidade.

Para o cientista político Otaciano Nogueira, desfalques 

contra o patrimônio público são de natureza grave. 
“Faltas administrativas são toleráveis e a qualquer indício de irregularidade desse tipo o que deve ser feito é a demissão. 
Mas, se considerarmos que alguns administradores estão 
envolvidos em crimes previstos no Código Penal, nos deparamos com um cenário mais preocupante”, afirma. (AP)

Reclamações da comunidade:
 "Tremenda falta de respeito com a escola e com as famílias"

 "Iniciaram uma obra sem avisar a comunidade escolar     e a vizinhança. Queremos que pelo 
menos nos autorizem a transferir a entrada para o lado oposto ao shopping" Fabíola Elias do Nascimento, vice-diretora da Escola Classe 42”

Erguido em frente à Escola Classe 42 de Taguatinga Norte, o shopping não é bem aceito por estudantes e professores. A construção causou transtornos, principalmente por causa do fluxo de caminhões na entrada do local. De acordo com a vice-diretora, Fabíola Elias do Nascimento, os 32 alunos com necessidades especiais encontram ainda mais dificuldades. “O trânsito de caminhões ficou muito intenso e tudo fica cheio de lama. Os pais, então, não conseguem deixar os filhos na porta. Alguns têm de ficar a 600m da escola”, reclama.

Fabíola acrescenta que, na semana passada, o centro de ensino ficou dois dias sem energia elétrica, afetando os 550 estudantes. “A luz foi cortada para que fosse adaptada à demanda do shopping. Só não perdemos o lanche porque estava congelado”, acrescenta.
Os representantes da Escola Classe 42 querem, agora, inverter a entrada do colégio. “Iniciaram uma obra sem avisar a comunidade escolar e a vizinhança. Queremos que pelo menos nos autorizem a transferir a entrada para o lado oposto ao shopping”, explica a vice-diretora. O pedido para as mudanças foi encaminhado à Administração Regional de Taguatinga, segundo Fabíola, mas ainda não há resposta.

“Muita lama”

Apesar de saber que a construção de um centro de compras vai valorizar o imóvel, a dona de casa Maria das Graças Teixeira, 39 anos, reclama por não ter sido consultada antes do início das obras. “Quando começou, há uns dois anos, achei que seria uma praça de convivência. Fiquei até feliz com a novidade, mas depois descobri o que era”, conta.

Moradora da região há 13 anos, Maria das Graças diz que muitos problemas foram enfrentados até agora por causa do shopping. 

“Sei que vai valorizar a minha casa, mas não compensou os problemas durante o período de obras. É esgoto a céu aberto, água escorrendo. Quando tem sol, é poeira e, quando chove, é muita lama”, queixa-se.

Fonte:  Correio Braziliense - 09/11/2013
E comentários de Karlão-Sam.

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