Nem traficante quer o crack nas favelas!Lucro baixo e presença da polícia fazem crack virar ‘proibidão’ nas favelas

19:40Carlos Alberto-Jornalismo,isento e sem compromisso com mentiras.!

 Em postes e muros da região, onde existem as maiores cracolândias do Rio, cartazes foram afixados com os seguintes dizeres: “Em breve a venda de crack será proibida nesta comunidade”. Os primeiros recados foram colocados em pontos de vendas de entorpecentes do Mandela.

“Não esperava essa atitude. Os moradores estão comemorando. Torço para que essa decisão seja imitada em outras comunidades”, afirmou o presidente da ONG Rio de Paz, Antônio Carlos Costa.
Nesta segunda-feira, ele esteve no Complexo de Manguinhos, onde sua entidade desenvolve trabalho social, e conheceu Vera, de 60 anos, que admitiu ser viciada e consumiu crack na frente de jornalista. “Foi chocante, deprimente. 

Ela me disse que seu vício é a mesma coisa de alguém algemado, que não consegue se libertar”, comentou.
Na opinião de Costa, a iniciativa foi dos líderes do tráfico, ligados à facção criminosa Comando Vermelho, e teria duas explicações: o preço baixo da pedra de crack (que varia de R$ 1 a R$ 25) tem atraído multidões de viciados, verdadeiros zumbis, que acabam prejudicando a venda de drogas mais caras, como a maconha e a cocaína.

Além disso, os ‘farrapos humanos’, como também são conhecidos, obrigam a polícia a estar constantemente na região, afastando consumidores.

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