NELSON "KID" FILIPELLI, O TERRÍVEL VICE DO DF! PRIMEIRO ELE CORTA CABEÇAS, CARGOS E MORDOMIAS DOS PAGÃOS E INFIÉIS: DEPOIS DISCUTE!

18:35Carlos Alberto-Jornalismo,isento e sem compromisso com mentiras.!

NELSON “KID” FILIPELLI O ETERNO CACIQUE, ATIRA PRIMEIRO E DISCUTE DEPOIS: OU NÃO DISCUTE:CORTA AS CABEÇAS!




Acostumado a ser cegamente obedecido, o vice governador do DF, Tadeu Filipelli, vem acumulando ao longo de seus três nos de aliança com Agnelo Queiróz no governo chamado de  “ O novo Caminho”, que parece não ter chegado sequer a atalho nenhum, a não ser aquele das denúncias escabrosas que envolvem  os atuais mandatários do DF em todos os escalões, nas mais cabeludas falcatruas      e desmandos com o dinheiro público, uma série de decepções no que diz respeito aos seus aliados.
À boca pequena, diz-se por aí que Tadeu Filipelli, que já deu mostras de pisar em qualquer pescoço para atingir seus objetivos na sua curta e discutida carreira política, vive hoje á sombra do estigma de “traidor” de Joaquim Roriz, mas ainda acalenta no seio das suas ambições mais despudoradas, atingir os píncaros do poder no DF em seu clímax, ou seja, um dia governar a capital do Pais Brasil.

Alguns fatos acontecidos recentemente dão mostras de seu caráter mesquinho e pouco dado a discussões sobre qualquer que seja  a contrapartida que não valha a pena ou não cubra os seus interesses em larga margem de vantagem.
Com a mesma rapidez com que atende aos seus apadrinhados, dispersos em centenas de cargos em todos os escalões do DF, e no partido do qual ele é o eterno e supremo cacique e dono, Tadeu Filipelli ao menor sinal de ver contrariados os seus interesses, ou suas ordens, retira cargos, causa exonerações, desfiliações e afastamentos dentro do seu quinhão na estrutura do GDF, com a mesma naturalidade com que usa o seu vaso sanitário pessoal: se perguntado se deu a descarga, é bem capaz de dizer que não se lembra que não tem importância tal qual age em relação a quem compartilha de sua companhia e seu caminho político no atual governo. 
Cargos que parecem eternos em empresas como a CEB, por exemplo, onde tem vários apadrinhados em cargos de comando há muitos anos, são entregues a parentes e amigos até mesmo de governos anteriores, como ex-deputados distritais do antigo governo Joaquim Roriz, de José Roberto Arruda, jornalistas, blogueiros e outros que de alguma forma tenham demonstrado afinidade de propósitos de forma quase nazista com ele.



E ao ter suas ordens e comandos contestados, Filipelli sai da sua tenda de cacique do PMDB e distribui sermões em palavras curtas, exige cumprimento fiel aos seus comandos, e não admite segunda chance a quem ele entenda que errou ou desobedeceu ao seu cronograma, dia a dia, como fez recentemente com blogueiros (as) e jornalistas que estão botando a boca no trombone após a perda da boa vida que tinham, graças ao vice, e a quem ele apadrinhava e que segundo comentários chegavam a ter cargos com ganhos de cerca de 10 mil reais por mês, para construírem uma boa imagem do “chefinho” nas redes sociais e na imprensa alternativa, e que foram chutados(as) por não quererem se filiar o seu partido e obedecer suas ordens que segundo ele irá leva-lo a cadeira mais destacada do Buriti em uma determinação “Goebeliana”, de fazer todos pensarem a uma e em bloco, de que ordens do vice, não se discute; executa-se à perfeição!
Os escândalos são muitos na trajetória do PMDB no curto caminho político do DF, mas o suficiente para saber quem em qualquer deles, a imagem do “capo”, sempre foi poupada por aqueles que foram degolados e eram do partido, que aliás fez carreira e folclore  no Brasil todo, como o partido que jamais soube ser oposição e não preciso folhear páginas antigas da história para ver como isto acontece até hoje.
Entre eles, os degolados, destacaram no DF: Benicio Tavares, o “monstro pedófilo das águas do Rio Negro”, que estava no PTB quando foi degolado,José Edmar, Eurides Brito, Adão, ou Carlos Xavier, Pedro |Passos, o grileiro que se elegeu distrital,todas com histórias de fazer corar o Papa, tal a sujeira que os envolveu, desde corrupção, pedofilia, propinas a granel e até assassinato de menor, que teria conúbio amoroso com a esposa de um deles.
O rastro de lama deixado por Filipelli e seu partido desde que se conta a história política do DF, está apenas no inicio, porque, com a falta de rotatividade democrática do poder como se sabe, é que vem os casuísmos, os conluios sujos e podres, as negociações de cargos, negócios empresariais, contratos fraudados em licitações, superfaturamento em obras e serviços, que já se tornaram comuns tanto em oposição, quanto em situação, dando sem dúvida um nó na cabeça do eleitor, que não sabe mais em quem  votar, em quem é menos ruim, em quem é menos corrupto, porque honestos, isentos, limpos e de boa já não os há mais em nenhum escalão.

E aguentar Nelson Tadeu Filipelli em mais quatro anos de governo no DF, é sinceramente, é proceder a vivisseção dos sonhos mais esperançosos de dias melhores para quem está aqui, desde o inicio de Brasília, com filhos e netos sempre a espera de dias melhores, e vivendo mudo e sem quem o defenda, face a tantos escândalos, desvios e propinas, governo a governo, azul ou vermelho, verde ou de qualquer outra cor, sem que nada mais possa fazer alé, de depositar seu voto, muito vezes em lendária fidelidade aos candidatos, e ver a história repulsiva e nojenta dos desmandos e da corrupção repetir-se qual espiral ou buraco sem fundo, fazendo o brasiliense duvidar integralmente e em todos as chances já esgotadas, de ver aparecer um “JK” para dar-lhe esperanças. 
Eles são, o velho PMDB, o velho PT, o Velho Demo, ex-PFL e outro bando e covil de lobos e velhos demagogos todos aboletados à sombra do extorquido dinheiro dos nossos impostos e com todas as regalias que só a democracia ultrajada, prostituída e corrompida, de hoje no Brasil, pode proporcionar.




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