ELEIÇÃO EMOCIONAL. 2014 vai ser uma eleição como nunca houve no Brasil e em na sua capital.

18:17Carlos Alberto-Há 40 anos vivendo Brasília!

ELEIÇÃO EMOCIONAL.
2014 vai ser uma eleição como nunca houve no Brasil e em na sua capital.
Quem pensou que seria um simples embate entre direita e esquerda, enganou-se redondamente. Marina Silva vem pela emoção, tentando resgatar sua imagem de 2010 a de fada madrinha que seria a solução entre as promessas não cumpridas de Lula em seu segundo mandato, e o medo da Dilma mulher, ex-terrorista, ex-guerrilheira e que colocou o grande capital em polvorosa.
Mas o susto “Dilma” parou na metade do caminho quando a sombra de Lula começou a ficar fraca e pálida diante de tantas acusações pesadas, especialmente quando os mensaleiros foram presos.
Mas Lula ainda é a grande voz das esquerdas no Brasil, até porque ninguém aceita outra em seu lugar e a esperança mais latente de um novo líder com feições socialistas estava em Eduardo Campos, precocemente falecido.
Em Brasília, em meio a tantos noviços cobiçando o Buriti, a esquerda também tentará manter no poder, mas uma esquerda, meio canhestra torta e zarolha, causada pela presença de Tadeu Filipelli de novo como vice, ele que deveria mudar seu nome pata Tadeu-não-consigo-ficar-longe-do-poder”- Filipelli, uma vez que sua visão e sua gordura política foram todas conquistadas nos pastos rorizistas, onde ele nasceu, cresceu e traiu o seu padrinho, não sendo benquisto no atual quadro pré-eleições 2014, nem pela direita e nem pela esquerda, especialmente a ala mais conservadora ou digamos “xiita” do partido maior da esquerda no DF, o PT.
E José Roberto Arruda, vem apelando também pelo emocional, respaldado no grande percentual de intenções de votos, que tem mostrado, graças também ao fracassado administrativo do PT frente às graves questões como a da saúde pública no DF, enquanto que Luiz Pitman e Rodrigo Rolemberg, parecem estar sem saber a fórmula certa para aparecerem bem em seus respectivos programas, diante de um eleitorado que hoje é muito mais nem informado e que conta com um fator novo, nunca antes considerado em seu peso e importância, que são as redes sociais, e sua incrível velocidade de processamento de informações.
Como vai votar então, o brasileiro e o brasiliense nestas eleições? Pelo coração ou na base do “É tudo igual, qualquer um tá bom”.

Respostas a partir do dia 5 de outubro, às 19 horas direto do TSE em Brasília.

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