ESCÂNDALO SEST-SENAT- Operação São Cristóvão cumpre mandados em Brasília e em Minas. Ex-senador Clésio Andrade é suspeito de envolvimento no caso.

13:46Carlos Alberto-Jornalismo sério

ESCÂNDALO NO SEST-SENAT REPERCUTE NO DF E NO BRASIL.

Desvio de milhões de reais que deveriam ser aplicados em cursos profissionalizantes.
Várias prisões na manhã de hoje em Brasília!
CLÉSIO ANDRADE ex-presidente da entidade está sendo procurado pela polícia!
A Polícia Civil do DF efetuou várias prisões na manhã de hoje em Brasília, de pessoas que fizeram parte do quadro de diretores do SEST-SENAT, entidade que diz representar os interesses de milhares de funcionários do setor de transportes pelo Brasil afora.
As denúncias envolvem o ex-presidente da entidade, Clésio Andrade, e outros diretores que chegavam a ter salários de até 180 mil reais por mês.
O ex-presidente não foi encontrado e está com ordem de prisão.


De acordo com a Polícia Civil, um grupo de diretores da instituição é suspeito de envolvimento em um esquema de desvio de recursos da União, repassados ao Sest/Senat entre 2011 e 2012 para a realização de cursos profissionalizantes. Não foi informado se os diretores estão entres os presos. O prejuízo confirmado passa dos R$ 20 milhões, conforme a polícia.

Entre os envolvidos no esquema de desvio de recursos estaria o ex-senador e ex-presidente da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), Clésio Andrade (PMDB-MG). Ele foi  vice-governador de Minas entre 2003 e 2006, durante o primeiro mandato de Aécio Neves. Policiais do estado também foram acionados para auxiliar na operação. O ex-parlamentar é réu no caso conhecido como mensalão tucano.
Sede do SEST-SENAT EM SAMAMBAIA,DF.
Na ação penal, Clésio é acusado de peculato e lavagem de dinheiro por ter, supostamente, tentado ocultar recursos recebidos de Marcos Valério na campanha de Eduardo Azeredo ao governo de Minas Gerais em 1998 – Clésio Andrade era candidato a vice. O G1 tentou contato com um advogado do ex-parlamentar, mas até as 9h ninguém havia sido encontrado.

Segundo os agentes da operação, diretores receberam gratificações salariais milionárias nesse período. A entidade teria falsificado documentos para justificar os pagamentos à Controladoria-Geral da União (CGU).

A Polícia Civil informou que o dinheiro também foi usado para firmar contratos suspeitos com empresas de parentes de membros da diretoria do Sest/Senat.
G1.

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