GDF E SUA COMUNICAÇÃO SOCIAL JÁ COMEÇAM A DESPREZAR AS MÍDIAS COMUNITÁRIAS, OU ALTERNATIVAS.

20:10Carlos Alberto-Há 40 anos vivendo Brasília!

 GDF E SUAS OPÇÕES ERRADAS EM RELAÇÃO AS MÍDIAS COMUNITÁRIAS.


Preocupação e dúvidas com relação a mais um descaso com os veículos e profissionais de mídias alternativas, ou comunitárias  do DF.
O GDF em atitude "agneliana"  resolveu não cumprir a Lei criada pelo PELO 51 no ano passado, e parece não querer destinar  parte de sua verba de publicidade aos pequenos veículos de comunicação, ou mídias alternativas da capital do país.
Em sentido contrário, se comenta no entanto que as gordas fatias destinadas aos  "jornalões" e as grandes emissoras de tevê,e até mídias novas recentemente criadas, já estão sendo contempladas em sua destinação, tudo igualzinho ao governo anterior.
Vale lembrar no entanto que o próprio Agnelo Queiróz no fechar de seu malogrado e nefasto "Desgoverno do mau caminho",fez um "mea culpa" arrependendo-se de ter tratado tão mal e sordidamente a estes profissionais e seus veículos, e reconheceu o poder de influência e rapidez de absorção pela população de tantas e inteligentes mídias abertas, redes sociais, blogs e rádios e jornais comunitários, out-doors, e até bicicletas com mídias ambulantes, que são muito mais visualizados do que que os grandes veículos, em poucos minutos que os brasilienses os olham principalmente em suas casas a noite antes de descansar e partirem para um novo dia de trabalho.

Afinal é sabido que ninguém lê jornal, ouve rádio e vê televisão o dia inteiro ou enquanto trabalha ou estuda.
Então porque o descaso?

A lição deveria já ter sido aprendida!
E a ASVECOM, criada para defender a estes segmentos, o que tem feito ou tem a dizer?

Para entender um pouco melhor:
O que é Mídia Alternativa?
O conceito da mídia alternativa foi criado na segunda metade do século XX para nomear os canais de comunicação não tradicionais, canais de divulgação sem conteúdo editorial. Tudo que não fosse jornal, televisão, revista, rádio passou a ser denominado de mídia alternativa.
O marketing recomendava a mídia de massa como a melhor estratégia. As grandes empresas ainda não cogitavam alvos específicos, o seu público era a massa como um todo, e nesse ponto de vista, é claro que nenhuma mídia alternativa cumpriria esse objetivo. Então essa mídia passou a ser, sinônimo de pequenas audiências, ou de índices de leitura limitados.
Hoje algumas mídias alternativas atingem milhões de pessoas, concorrendo de igual para igual, com os grandes jornais e até emissoras de televisão vice-líderes. Algumas delas são mídias básicas, e atingem ao seu público alvo com eficiência.
 Sobre a Mídia Impressa
 A popularização do computador na última década, impulsionada pelas novas tecnologias, não elimina o uso do papel e da mídia impressa. Em seus vários formatos, sejam livros, revistas, jornais, cartazes, entre outros, a mídia impressa continua a ter função importante no processo de ensino e aprendizagem, com o apoio a outras mídias.

Dentro das vantagens da mídia impressa podemos destacar que:

Não é necessário equipamento específico para ser utilizada;
É de fácil transporte;
É uma mídia popular;
Adaptável ao ritmo do leitor, permitindo releitura e leitura seletiva;
Não possui um horário fixo de distribuição;
Custo unitário baixo quando comparada a outras mídias e pode ser integrada a qualquer outro meio.
Já as desvantagens, podemos citar:

É mais difícil alcançar a motivação e manter a atenção do usuário;
A informação pode não ser acessível mundialmente;
A impressão colorida eleva o custo;
A interatividade é mais difícil de ser conseguida.

A evolução das mídias eletrônicas, em vez de reduzir a importância dos meios impressos, fez foi aumentar ainda mais as exigências de qualidade, tais como a integração deles com outras mídias.

Maiores Anunciantes na WEB:
Fazendo uma pesquisa, descobri que a  internet apresentou o maior crescimento percentual em relação ao ano passado, de 25% e 18%, respectivamente. Porem televisão continua sendo o meio preferido para se anunciar no país, ela consegue chegar a mais da metade das verbas publicitarias.
Veja, a seguir, os rankings de compra de mídia digital dos 10 primeiros anunciantes na internet brasileira em 2011 (valores em R$ mil):

Anunciantes
2011 (R$ 000) variação 10/11
HEWLETT PACKARD
628.961      276%
NET
336.445      140%
SKY
291.396      220%
BRADESCO
214.403       -9%
UNILEVER
199.128       19%
FIAT
190.053       78%
GOL LINHAS AÉREAS
188.431       2626%
VOLKSWAGEN
170.401       344%
NATURA
138.715       366%
VIVO
133.886       -2%

·     PUBLICIDADE ON LINE:
Segundo o Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil), o mercado publicitário na internet ultrapassou os jornais, atingindo 32% de crescimento e se consolidando como o segundo maior meio em participação no bolo publicitário, atrás apenas da TV.
O Interactive Advertising Bureau ainda estima que o investimento em publicidade online deva crescer os mesmos 32% em 2013 (número que considera display, social media, search e classificados), o que representará R$ 6 bilhões em compra de mídia projetada para este ano. Os números consideram apenas o mercado de publicidade online.

Os dados foram apresentados por Rafael Davini junto com os membros da diretoria da entidade: Marcos Swarowsky (VP de Veículos), André Zimmermann (VP de Agências), Roberto Eckersdorf (VP de Fornecedores) e Marcelo Lobianco (VP executivo do IAB ). Na ocasião, também foi apresentado o plano de ação do IAB para 2013, com foco em 3 pilares – Conteúdo, Educação e Eventos.
Para facilitar a medição, o IAB Brasil classificou o mercado em dois segmentos: display+social media, que cresceu 20% em 2012, frente a 2011, e search +classificados, que cresceu 40%.
A internet passou a ganhar popularidade no ano de 1995. O ministério das Comunicações e da Ciência e Tecnologia criaram, por portaria, a figura do provedor de acesso privado à Internet e liberou a operação comercial no Brasil, isso possibilitou o surgimento acelerado de provedores de acesso, portais de serviços e o barateamento dos computadores.
Os primeiros sites brasileiros surgidos eram de notícias posteriormente, surgiram os de entretenimento, pesquisa e posteriormente os sites de compras. Atualmente, a internet é um elemento básico, nos mais diferentes tipos de organizações tanto no Brasil quanto em qualquer parte do mundo.
Hoje no Brasil, estudos apontam que 32,1 milhões de brasileiros, cerca de 21,9% da população acima dos 10 anos de idade, utilizaram a rede mundial de computadores, a internet, no país. O Brasil ocupa a 62ª posição no mundo em relação ao uso da internet (Dados divulgados pelo IBGE).
 Impossibilidade de acesso a internet no Brasil
O Brasil tem como principal obstáculo, além do baixo poder aquisitivo da população, questões mercadológicas que impedem a chegada de portais de acesso em regiões menos desenvolvidas do país.
Um estudo feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou disparidade na utilização da internet. O maior percentual de usuários foi observado no Sudeste (26,3%), enquanto o Norte e Nordeste tiveram o menor número de internautas (12% e 11,9%, respectivamente). 
O índice mais alto de usuários entre as unidades da federação foi registrado no Distrito Federal, que chegou a 41,1% da população acima de 10 anos. 
Autor: Filipi Oliveira Machado /Dados: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)
Karlão-Sam.
E site Fast Mídia.

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