FERNANDO BAIANO O SABE TUDO E AS NOVIDADES DA LAVAJATO-RICARDO PESSOA SEGUE DETONANDO NAS ENTREGAÇÕES.

21:13Carlos Alberto-Há 40 anos vivendo Brasília!

BAIANO É O HOMEM QUE SABIA NISSO, NO ESTILO DE HITHCOCK.

A grande mídia divulgou sem a devida importância a notícia de que o lobista Fernando Soares fechou o acordo de delação. Apontado como o operador do PMDB no esquema de corrupção na Petrobras pelas investigações da Lava Jato, Soares é mais conhecido como Baiano e dispõe de informações que podem abalar a República e até causar a cassação da presidente Dilma Rousseff.
No último dia 25, na CPI da Petrobras, em acareação com o ex-diretor Paulo Roberto Costa, o doleiro Alberto Youssef anunciou que uma nova delação premiada iria esclarecer a divergência entre os dois sobre o repasse de recursos para a campanha da presidente Dilma Roussef em 2010, por meio do ex-ministro Antonio Palocci.

Confira as palavras exatas do doleiro: “Ratifico meus depoimentos dados como réu colaborador. E vou dizer mais ainda. Vou me reservar ao silêncio com referência a esse assunto porque existe investigação desse assunto do Palocci que vai ser revelado e logo vai ser esclarecido. Outro réu colaborador está falando. Eu não fiz esse repasse”, disse, acrescentando: “Assim que for revelado, vocês vão saber. Vocês vão saber realmente quem foi que pediu o recurso e quem repassou”.
Ou seja, com a delação de Baiano, enfim a força-tarefa da Lava Jato saberá até onde o novo-rico consultor Antonio Palocci esteve metido nas irregularidades da campanha de Dilma.
A CONTROVÉRSIA
Na CPI, Paulo Roberto Costa afirmou que, “pelo que se lembra”, o pedido de dinheiro para a campanha presidencial do PT teria sido levado a ele pelo doleiro. “Esse assunto veio através do Youssef de um pedido de R$ 2 milhões e autorizei repassar recursos do PP para a campanha de Dilma Roussef”, afirmou o ex-diretor.
Yossef, porém, não quis adiantar o esclarecimento e deixou que Fernando Baiano agora o faça. Além de dar esta informação que pode liquidar com a presidente Dilma no Tribunal Superior Eleitoral,o lobista vai fazer um arraso dentro do PMDB, completando informações sobre o relacionamento entre o empresário Júlio Camargo e o deputado Eduardo Cunha.


E não vai parar por aí. Além do presidente da Câmara, a delação vai colocar em apuros outros importantes políticos da outrora base aliada, como o presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-­AL), o ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves (PMDB-­RN) e também o senador Delcídio do Amaral (PT- MS).
Delcídio, que já deveria constar da primeira lista de Janot, estranhamente foi poupado pelo procurador geral. Era dirigente do PP no Mato Grosso do Sul, tornou-se diretor de Gás e Energia da Petrobras e depois entrou no PT, vejam até que ponto a ideologia é circunstância desprezível para esse tipo de gente. Foi citado como corrupto em depoimentos da delação premiada, mas Janot fingiu não ter percebido.
C. Newton

REVELAÇÕES DE PESSOA ESTÃO BALANÇANDO A REPÚBLICA.
Para os integrantes da CPI da Petrobras, será da maior importância o depoimento do dono da empresa UTC, Ricardo Pessoa, que delatou ter repassado pelo menos R$ 62 milhões em dinheiro sujo para irrigar de maneira travestida de legalidade campanhas de 18 candidatos de seis partidos, incluindo legendas oposicionistas e da base de sustentação do governo.
O depoimento estava previsto para esta quarta-feira, mas adiado e só deve ocorrer na próxima semana. A oposição torce para que Pessoa confirme o já que declarou na delação premiada: repasses de R$ 7,5 milhões para a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) e R$ 2,4 milhões, em 2006, para o ex-presidente Lula. No esquema exposto pelo empreiteiro, também são citados políticos do PSDB, PTB, PP, PMDB e PSB.
Na semana passada, o empresário prestou depoimento na Justiça, mas não mencionou nomes de políticos detentores de foro privilegiado. Na delação premiada, além do montante de propina que teria sido carimbado como doação legal pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o empreiteiro teria mencionado o repasse de R$ 3,6 milhões para o caixa 2 do PT.
PROPINA E DOAÇÕES
A tese dos investigadores da Lava-Jato, embasada em depoimentos e transferências bancárias, é de que doações no “caixa 1” foram usadas para mascarar pagamentos de propina das empreiteiras do esquema.

Um pagamento de R$ 250 mil para a campanha do chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, ao governo de São Paulo, em 2010, aparece na planilha. Tesoureiro da campanha de Dilma em 2014, o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, teria recebido os recursos destinados à disputa eleitoral.

Também receberam doações da UTC o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto (R$ 15 milhões); o ex-chefe da Casa Civil José Dirceu (R$ 3,2 milhões); o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (R$ 2,6 milhões); e o secretário municipal de Saúde de São Paulo, José de Fillipi (R$ 750 mil). Todos atestam a legalidade das doações e afirmam que os recursos recebidos foram aprovados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 




















O senador Fernando Collor (PTB-AL), já denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR), recebeu, no total, R$ 20 milhões, o maior montante de todos.

Tribuna da Internet.

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