FUNCIONÁRIOS DO BRB NA DEFENSIVA CONTRA NOVO PRESIDENTE ESCOLHIDO POR ROLLEMBERG

21:38Carlos Alberto-Jornalismo,isento e sem compromisso com mentiras.!

BRB EM QUEDA DE FATURAMENTO E DE PRESTIGIO TEM FUNCIONÁRIOS PREOCUPADOS COM NOVO PRESIDENTE NOMEADO POR ROLLEMBERG.

Agora, os funcionários do BRB começam a se articular para evitar a troca de comando no banco.
Os bancários ligados ao Banco de Brasília voltaram a se preocupar nesta terça-feira (8), após os fortes rumores da possível indicação do ex-secretário de Fazenda Leonardo Colombini em substituição ao atual presidente do BRB, Vasco Cunha Gonçalves, que estaria na corda bamba por causa do péssimo desempenho no primeiro semestre deste ano.

Durante esse curto período, a instituição diminuiu a rentabilidade em mais de 60%. Ao deixar a Secretaria de Fazenda no último dia 31, Colombini tornou-se consultor do Banco de Brasília e está à espera do sinal verde de Rodrigo Rollemberg para assumir a presidência do BRB.

A ida de Leonardo Colombini para a consultoria do BRB chama atenção pelo fato de o ex-secretário da Fazenda do governo de Antônio Anastasia (PSDB-MG) ter sido um dos principais defensores da escolha do BMG como operador da securitização de parte das dívidas do DF.

O Sindicato dos Bancários é contra qualquer atitude do Governo de Brasília que possa tornar o Banco de Minas Gerais (BMG), uma instituição financeira privada, para assegurar a securitização das dívidas do DF. Em resumo, trata-se da conversão de uma dívida em título negociável entre instituições financeiras. Em junho passado o sindicato pediu explicações ao governador Rollemberg sobre o assunto.

A ideia de Rollemberg, em forma de um projeto de lei enviado no início do ano para a Câmara Legislativa, foi rejeitada pelos distritais e pelos bancários. A securitização das dívidas, segundo a justificativa do governador, era para fazer caixa, não para o banco, mas para o governo.

O mesmo governo que diz ter recebido da aloprada gestão anterior, em caixa, apenas R$ 64 mil e em seguida o Tribunal de contas de Distrito Federal e Territórios (TCDF) mostrou que na verdade eram mais de R$ 1,7 bilhão; que tem superado mês a mês a arrecadação de tributos em comparação a igual período do ano anterior; o mesmo que tem como um orçamento para o ano de 2015 a bagatela de R$ 30,8 bilhões e para 2016 valor acima de R$ 31,3 bilhões.

Os deputados fizeram com que prevalecesse o BRB como operador de negociações que vão girar em torno de R$ 2 bilhões. A maior resistência dentro do CLDF foi à do deputado Bispo Renato Andrade (PR). “Por que o BMG e não o BRB?”, questionou ele ao então secretário da Fazenda, Leonardo Colombini durante uma audiência na Câmara Legislativa.


Fonte: Callado

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