LAVAJATO PRESSÃO TOTAL: FERNANDO BAIANO, O SABE TUDO!

21:03Carlos Alberto-Jornalismo,isento e sem compromisso com mentiras.!

BAIANO É O HOMEM QUE SABIA NISSO, NO ESTILO DE HITHCOCK.
A grande mídia divulgou sem a devida importância a notícia de que o lobista Fernando Soares fechou o acordo de delação. Apontado como o operador do PMDB no esquema de corrupção na Petrobras pelas investigações da Lava Jato, Soares é mais conhecido como Baiano e dispõe de informações que podem abalar a República e até causar a cassação da presidente Dilma Rousseff.
No último dia 25, na CPI da Petrobras, em acareação com o ex-diretor Paulo Roberto Costa, o doleiro Alberto Youssef anunciou que uma nova delação premiada iria esclarecer a divergência entre os dois sobre o repasse de recursos para a campanha da presidente Dilma Roussef em 2010, por meio do ex-ministro Antonio Palocci.
Confira as palavras exatas do doleiro: “Ratifico meus depoimentos dados como réu colaborador. E vou dizer mais ainda. Vou me reservar ao silêncio com referência a esse assunto porque existe investigação desse assunto do Palocci que vai ser revelado e logo vai ser esclarecido. 
Outro réu colaborador está falando. Eu não fiz esse repasse”, disse, acrescentando: “Assim que for revelado, vocês vão saber. Vocês vão saber realmente quem foi que pediu o recurso e quem repassou”.
Ou seja, com a delação de Baiano, enfim a força-tarefa da Lava Jato saberá até onde o novo-rico consultor Antonio Palocci esteve metido nas irregularidades da campanha de Dilma.
A CONTROVÉRSIA
Na CPI, Paulo Roberto Costa afirmou que, “pelo que se lembra”, o pedido de dinheiro para a campanha presidencial do PT teria sido levado a ele pelo doleiro. “Esse assunto veio através do Youssef de um pedido de R$ 2 milhões e autorizei repassar recursos do PP para a campanha de Dilma Roussef”, afirmou o ex-diretor.
Yossef, porém, não quis adiantar o esclarecimento e deixou que Fernando Baiano agora o faça. Além de dar esta informação que pode liquidar com a presidente Dilma no Tribunal Superior Eleitoral,o lobista vai fazer um arraso dentro do PMDB, completando informações sobre o relacionamento entre o empresário Júlio Camargo e o deputado Eduardo Cunha.
E não vai parar por aí. Além do presidente da Câmara, a delação vai colocar em apuros outros importantes políticos da outrora base aliada, como o presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-­AL), o ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves (PMDB-­RN) e também o senador Delcídio do Amaral (PT- MS).
Delcídio, que já deveria constar da primeira lista de Janot, estranhamente foi poupado pelo procurador geral. Era dirigente do PP no Mato Grosso do Sul, tornou-se diretor de Gás e Energia da Petrobras e depois entrou no PT, vejam até que ponto a ideologia é circunstância desprezível para esse tipo de gente. Foi citado como corrupto em depoimentos da delação premiada, mas Janot fingiu não ter percebido.

C. Newton

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