RENAN CALHEIROS, EDSON LOBÃO E ROMERO JUCÁ:OS TRÊS SENADORES APARECERAM NA DENÚNCIA DE PROPINAS DE ANGRA 3.

18:59Carlos Alberto-Há 40 anos vivendo Brasília!

RENAN CALHEIROS, EDSON LOBÃO E ROMERO JUCÁ:OS TRÊS SENADORES APARECERAM NA DENÚNCIA DE PROPINAS DE ANGRA 3.






Revista Época revela detalhes da propina de R$ 30 milhões da Usina de Angra 3 para o PMDB; Edison Lobão pediu o dobro.
Em reportagem ampla e com riqueza de detalhes, a revista Época traz detalhes de como se deu o acerto para pagamento de propina da continuidade das obras da Usina de Angra 3 para o PMDB.
O acerto teria sido feito antes das eleições do ano passado, quando a Lava Jato já estava em pleno andamento e fazia estragos.
O acordo com a construtora UTC foi feito antes da licitação para a retomada da construção da usina nuclear de Angra 3. Envolveu o empreiteiro Ricardo Pessoa, dona da UTC, e o Almirante Othon Pinheiro, presidente da Eletronuclear, indicado pelo PMDB.
“Vocês estão muito bem qualificados, vão ganhar, então vocês vão precisar contribuir para o PMDB”, dissera o Almirante.



O conjunto de documentos das investigações da Procuradoria-Geral da República traz detalhes sobre a participação dos senadores peemedebistas Renan Calheiros, Romero Jucá e Edison Lobão, no esquema de recebimento de propina investigado na Lava Jato.
Edison Lobão já é investigado pela PGR no caso Angra 3. Na próxima semana, Rodrigo Janot pedirá a Teori Zavascki autorização para investigar Renan e Jucá.
A reportagem revela, ainda, que Lobão tinha pressa na propina e queria que o Almirante assinasse os contratos de R$ 3,1 bilhões para que a contrapartida viesse logo – as “contribuições de campanha”.
“Olha, nós temos de assinar esse contrato, porque o PMDB está precisando de dinheiro para a campanha”, disse Lobão a Pessoa.



A taxa usual de propina por contrato era de 1%, mas lobão queria o dobro. O empresário, no entanto, propôs apenas 1%, ou R$ 30 milhões. Lobão disse que precisava de uma “adiantamento” de R$ 1 milhão, sendo que o empresário topou.
Um assessor de Lobão, André Serwy, cujos familiares trabalham no gabinete do senador, buscou o dinheiro, em espécie, com Walmir Pinheiro, o diretor financeiro da UTC.


Revista Época.


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