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GIM ARGELLO - DE SENADOR A PRESIDIÁRIO,O OCASO DE UM POLÍTICO CORRUPTO

11:28Carlos Alberto-Jornalismo sério

 GIM ARGELLO - O OCASO DE UM CORRUPTO.
BONS NEGÓCIOS,BONS VINHOS, MUITO DINHEIRO E CADEIA!
 Ex-senador Gim Argello é conduzido à prisão
O procurador da República Athayde Ribeiro Costa afirmou que o ex-senador Gim Argello (PTB-DF) transformou as CPIs do Congresso abertas para investigar fraudes na Petrobras em um "balcão de negócios".

Denunciado formalmente nesta sexta-feira, 6, pelo Ministério Público Federal, em Curitiba, por cobrar R$ 5 milhões de pelo menos sete empreiteiras do cartel que atuava na Petrobras para que seus executivos fossem blindados contra as Comissões Parlamentares de Inquérito.





Léo Pinheiro se constiui no maior detonador de políticos envolvidos e presos na Operação Lavajato que começou em Brasilia, num tradicional posto de Gasolina daí o seu nome!
Segundo o procurador, foi o presidente da OAS José Adelmário Pinheiro, o Léo Pinheiro, o primeiro a buscar Argello para acerto do esquema.

"Léo Pinheiro se movimentou com toda sua habilidade que já existia no relacionamento público com congressistas e foi atrás de Gim Argello", afirmou o procurador na apresentação pública da denúncia, em Curitiba. "Léo Pinheiro auxiliava Argello nos atos de corrupção."

Os encontros com o ex-senador ocorreram em "jantares regados a vinhos" na casa de Argello e de seu filho, sustenta o Ministério Público Federal. A denúncia diz que foram recebidos R$ 5 milhões da UTC, R$ 350 mil da OAS e houve ainda solicitação de valores de outras empreiteiras, como a Odebrecht, a Toyo Setal e a OAS que tiveram pagamentos efetivados. A Procuradoria apurou que no caso da Andrade Gutierrez, Engevix e Camargo Corrêa não houve efetivação de pagamento.

UOL.COM

MAIS SOBRE A 28ª OPERAÇÃO DA LAVAJATO:




MORO BLOQUEIA R$ 5,35 MILHÕES DE EX-SENADOR PRESO NA LAVA JATO
Gim Argello (PTB-DF) foi preso nesta terça (12) na 28ª fase da operação.
Ainda foi determinado bloqueio de R$ 16 mi de empresas que ele é sócio.
O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância, determinou na manhã desta terça-feira (12) o bloqueio de R$ 5,35 milhões das contas e aplicações financeiras do ex-senador Gim Argello (PTB-DF). Alvo da 28ª fase da Lava Jato, ele foi preso nesta manhã preventivamente, ou seja, por tempo indeterminado.
Além disso, foram determinados os bloqueios de igual valor da empresa Argelo & Argelo Ltda, da mesma quantia da Garantia Imóveis Ltda e ainda mais R$ 5,35 milhões da Solo – Investimentos e Participações Ltda. Todas estas empresas ficam em Brasília e têm o ex-senador Gim Argello como sócio. O valor total de bloqueio nas três empresas é de R$ 16,05 milhões.
De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), Gim Argello é suspeito de cobrar propina para evitar convocação de empresários a comissões parlamentares de inquérito em 2014 e 2015. Ele foi senador entre 2007 e 2015.
O MPF afirma que há evidências de que o ex-senador pediu R$ 5 milhões em propina para a UTC Engenharia e R$ 350 mil para a OAS – as duas empreiteiras são investigadas na Lava Jato. Os recursos foram enviados a partidos indicados por Gim – DEM, PR, PMN e PRTB – na forma de doações de campanha aparentemente legais.
O juiz também pediu o bloqueio de R$ 5,35 milhões de Paulo Cesar Roxo Ramos, assessor de Gim. Paulo Cesar Roxo Ramos foi preso temporariamente nesta nova etapa da operação. O prazo da prisão temporária é de cinco dias, podendo ser prorrogada pelo mesmo período ou convertida em preventiva, caso a Justiça considere necessário.
RESUMO DA 28ª FASE
Objetivo: investigar obstrução da CPI e da CPMI da Petrobras (2014 e 2015).
Mandados judiciais: 23, sendo 2 de prisão temporária, um de prisão preventiva, 15 de busca e apreensão e 5 de condução coercitiva.
Preso preventivamente: ex-senador Gim Argello (PTB-DF).
Presos temporariamente: Paulo Cesar Roxo Ramos, assessor de Gim, e Valério Neves Campos, secretário-geral da Câmara Legislativa do Distrito Federal.
Conduzidos coercitivamente: Jorge Argello Júnior, filho do ex-senador Argello, e os executivos da OAS Roberto Zardi Ferreira Jorge, Gustavo Nunes da Silva Rocha, Dilson de Cerqueira Paiva Filho e Marcos Paulo Ramalho.
Outro lado
O advogado do ex-senador Gim Argello, Marcelo Bessa, disse que ainda não teve acesso ao processo e que, por isso, não vai se pronunciar. Por meio de nota, a família do ex-senador manifestou indignação quanto à prisão dele: "Gim Argello, pessoa pública, vive em Brasília há mais de 50 anos, onde tem residência fixa e conhecida. Ao longo de toda a investigação, sempre colaborou com a Polícia Federal sem nunca se opor a prestar esclarecimentos ou informações. Sua prisão  baseada apenas em denúncias não confirmadas  é injustificada sob qualquer ótica".
Em nota, a OAS informa que "estão sendo prestados todos os esclarecimentos solicitados e dado acesso às informações e documentos requeridos pela Polícia Federal, em sua sede em São Paulo, na manhã desta terça-feira. A empresa reforça que está à inteira disposição das autoridades e vai continuar colaborando no que for necessário para as investigações".
Procurada pelo G1, a UTC Engenharia afirmou que "a empresa não comenta investigações em andamento".
VÍDEO:

A PRISÃO DO EX-SENADOR EM CASA.
http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2016/04/pf-28-fase-da-operacao-lava-jato.html


G1.COM


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