VERGONHOSO! IDOSOS NO DF ESTÃO ABANDONADOS E SÃO MALTRATADOS PELOS PRÓPRIOS FILHOS

22:06Carlos Alberto-Há 40 anos vivendo Brasília!

IDOSOS ESTÃO EM SITUAÇÃO DE DESESPERO NO DF.
 Em Brasília, os filhos são os principais responsáveis pela violência contra idosos
Os crimes contra os idosos na capital tiveram um aumento de 11% em relação ao ano passado, o que representa 37,1% das ocorrências de um total de 706
A violência contra o idoso no Brasil é um tema que precisa ser discutido com urgência pelos órgãos públicos de todas as esferas, seja municipal, estadual ou federal. Segundo dados do IBGE, as projeções mostram que em 2050 o Brasil terá duas vezes mais idosos do que crianças. 

Já a SDH-PR (Secretaria de Direito Humanos da Presidência da República) informa que são muitas as formas de violência, além da física. Um levantamento feito pelo órgão revela que em 2014, por exemplo, a negligência foi a forma de violência mais utilizada com 76% das denúncias recebidas pelo Disque 100, canal de denúncias gratuito e que atende 24 horas por dia da SDH.
Outras formas de violência também estão presentes na vida dos idosos como a sexual, econômico-financeira, autoinfligida e autonegligência, além da psicológica. 
Distrito Federal
O número de denúncias de violência contra os idosos cresceu no Distrito Federal, segundo a Central Judicial do Idoso da Defensoria Pública do DF. A pedido do Fato Online o órgão divulgou o número de denúncias de violência contra a pessoa idosa no primeiro semestre de 2015.

A covardia contra a terceira idade no DF, recordista em casos no Brasil.
DF é a unidade da Federação com maior índice de agressões contra idosos
http://www.imparesonline.com.br/2014/11/a-covardia-contra-terceira-idade-no-df.html
Segundo o Centro Judicial do Idoso, a capital teve 550 casos por grupo de 100 mil habitantes no ano passado, um crescimento de 46% em relação a 2012.


De acordo com os dados, os crimes contra os idosos na capital tiveram um aumento de 11% em relação ao ano passado, o que representa 37,1% das ocorrências de um total de 706. Dos crimes denunciados, 105 eram de violência financeira, 75 física e 71 casos de violência psicológica, além dos crimes de abandono, de violência sexual e de negligência. 
Instituições como centros de saúde, hospitais, planos de saúde, delegacias, cartórios entre outras somaram 53 ocorrências de maus tratos contra idosos. Em casa, segundo os números, os filhos são os principais agressores com 40 casos no primeiro semestre de 2015. 
Perfil
A supervisora da central, Roseli Costa, destacou que, em muitos casos, a situação financeira dos idosos pode colocá-los em risco. “A dependência financeira por parte dos filhos em relação à renda do idoso é um fator que pode deixá-los em risco. Situação de dependência química, seja álcool ou drogas, e a fragilização dos vínculos familiares tornam-se uma ameaça ao bem estar do idoso”, elencou a supervisora.

Outro problema apontado por Roseli, é debilidade da saúde dos idosos, que nessa fase da vida tende a aumentar. Isso implica na necessidade de cuidados em tempo integral, seja de um familiar ou de um profissional contratado.

“Alimentar-se, ir ao banheiro, trocar de roupa ou tomar medicamentos somadas às dificuldades de locomoção e às várias doenças crônicas ao mesmo tempo, podem levar a uma dependência cotidiana, isto tudo associado pode estressar quem está cuidando e gerar ansiedades que podem resultar em agressão”, ressaltou.

Roseli reconheceu que nos últimos anos todas as unidades da federação demonstram um aumento do registro de ocorrências dos casos de violência. Para ela, a criação do Disque Direitos Humanos, o Disque 100, em 1997, contribuiu para esse crescimento.
Ranking
Em 2014, o DF foi o primeiro no ranking de denúncias de maus-tratos a idosos por 100 mil habitantes, de acordo com o mapa da Violência Contra a Pessoa Idosa no DF, referente a 2013. O levantamento indicou uma população de 197.613 idosos, 1.088 denúncias pelo Disque 100, totalizando 550,57 denúncias por 100 mil habitantes. O DF perde para o Amazonas, com 484,24, e Rio Grande do Norte, com 378,26 denúncias por 100 mil habitantes.

Para Roseli Costa, o alto índice de violência contra idosos no DF pode estar associado a fatores como maior nível socioeconômico da população e maior empenho dos moradores em denunciar. Além disso, a promulgação da Lei 10.741, que instituiu o Estatuto do Idoso em outubro de 2003, trouxe conscientização.

Apoio
Além da criação de delegacias especializadas em atender idosos, na opinião de Roseli, as famílias, que não têm condições de contratar cuidadores e precisam desse tipo de suporte, deveriam receber um apoio do poder público.

“Outra alternativa seria a criação de instituições voltadas ao atendimento durante o dia, os chamados 'centros dia' para a pessoa idosa, onde encontrem um espaço de convivência social e comunitária para o desenvolvimento de atividades de lazer, cultura, esporte, entre outras. Assim favorece que a família tenha condições de trabalhar ou cuidar dos filhos e previne a violência”, argumentou, Roseli.

FRENTE PARLAMENTAR DO IDOSO;
Veja o que  diz um dos seus integrantes o distrital Júlio César


Em artigo, o deputado Júlio Cesar trata da recém lançada Frente Parlamentar do Idoso na CLDF e da importância de o Estado ter uma atuação mais efetiva na execução de políticas públicas para este segmento da populacional. O distrital também reafirma a necessidade de se garantir direitos e reconhecer a contribuição que os idosos têm a dar à sociedade.


Eu tive o privilégio de lançar a Frente Parlamentar do Idoso, um segmento populacional que defendo e luto por acreditar que a vida é composta de fases. É como um fio de prata, que não sabemos quando se romperá.
Um dia, aquele que era rápido não terá mais a mesma agilidade. É o ciclo natural da vida nos ensinando que ninguém é melhor do que ninguém e que um dia todos nós envelhecemos. Os idosos podem nos ajudar a compreender e nos ensinar como funciona este ciclo. Muitos se lembram que um dia a juventude parecia interminável. Errar não era um problema. O tempo parecia infinito.
O vigor da vida foi destinado ao trabalho, amigos, familiares, filhos. Em alguns casos obtiveram êxito, e em outros as experiências foram mal sucedidas. Esse deveria ser o ciclo natural da vida, certo? Mas não é o que acontece com muitos idosos, que sofrem com a ingratidão de um filho que, em troca de tanta dedicação, carinho e amor, retribuiu com a solidão, rejeição e abandono.
É comum escutar de idosos o quanto se sentem desprezados pela sociedade e que hoje são vistos como peso. E, em diversos casos, ainda acabam sendo vítimas de preconceitos e violência.
Mediante esse cenário, e com o intuito de modificá-lo, é que propus a criação da Frente Parlamentar do Idoso, que visa proporcionar de maneira sólida e concreta, a proteção deste segmento.
Envelhecer é um privilégio! Cada idoso carrega consigo uma bagagem de experiências. São vitoriosos por terem chegado até aqui. Ressalto que viver não é um verbo restrito a quem tem 10, 20, 30 ou 40 anos. Mas viver também é ter seus direitos amparados, sua vida protegida e o seu valor reconhecido.
Em 2011 foi criada a Secretaria Especial do Idoso do Distrito Federal. 
Diante do valor que os idosos possuem e da necessidade de avançarmos, lutei, no início desta gestão pela sua manutenção. Mas, infelizmente, pela situação em que o DF passava naquele momento, fui voto vencido.
Por isso, tão logo as coisas melhorem, como líder de governo, irei levar ao Governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, que se mostra sensível às causas dos idosos, a importância de recriar a Secretaria Especial do Idoso do Distrito Federal.
Temos razões fundamentais para discutir e aprovar projetos para esse segmento. Estamos trabalhando para que haja uma efetiva rede de proteção e uma forte mobilização para promover os direitos dos idosos.
Devemos garantir direitos, como esporte, cultura, lazer, saúde, educação, transporte, moradia, entretenimento e acessibilidade. Precisamos observar suas necessidades para que possamos atende-las com maior efetividade, proporcionando uma qualidade de vida merecida.
Um dos meus principais compromissos nesta Casa é, ao final do meu mandato, ter contribuído para a valorização, o respeito e a dignidade dos idosos do Distrito Federal.

ISENÇÃO:

O idoso que tenha mais de 65 anos de idade pode pedir isenção do pagamento do IPTU e da TLP. A isenção é prevista no artigo 5º, inciso VII, da Lei Distrital 4.072/2007, mas devem ser observadas algumas regras: o imóvel tem que ter até 120 metros quadrados; o idoso deve ser aposentado ou pensionista, e receber até dois salários mínimos mensais; deve utilizar o imóvel como sendo sua residência, e de sua família, e não pode ser proprietário de outro imóvel.

Essas e outras questões envolvendo a cobrança do IPTU e da TLP poderão ser resolvidas na Semana de Conciliação Fiscal que será realizada nos dias 21 a 24 de novembro no Tribunal de Justiça do Distrito Federal, com a realização da 5ª Semana de Conciliação. O objetivo é dar oportunidade para os cidadãos em débito com tributos cobrados pelo Governo do Distrito Federal de regularizarem sua situação com a Secretaria da Fazenda, especificamente com relação aos débitos relacionados ao IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e a TLP (Taxa de Limpeza Urbana). O horário do atendimento ao público será de 12 às 18h.

O início do atendimento será no Auditório Sepúlveda Pertence, no Bloco A, Térreo, do TJDFT, onde serão distribuídas as senhas para o atendimento. As partes serão recebidas pela Juíza da Vara de Execução Fiscal, e terão todos os esclarecimentos necessários.

O cidadão que não tiver sido intimado, e mesmo assim queira regularizar sua situação, poderá fazer o seu cadastramento no site do TJDFT, clicando no banner da 5ª Semana de Conciliação Fiscal e informando o seu CPF na página que irá abrir. Mesmo quem não tiver se cadastrado também será atendido, mas por ordem de chegada e desde que venha munido de documentos pessoais e, se possível, com os documentos do imóvel.

Mesmo tendo sido idealizado para a negociação envolvendo o IPTU e TLP, quem tiver outros débitos com o GDF poderá participar da semana visando ao parcelamento ou pagamento à vista do seu débito. Os tributos poderão ser pagos à vista ou parcelados com 5% de entrada e o restante dividido em até 60 vezes, com juros simples de 1% ao mês, e correção monetária pelo INPC.

Pesquisa: Karlão-Sam

Fato on line.com





















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