CONSELHO DE SEGURANÇA DE SAMAMBAIA TEVE REUNIÃO TENSA ONTEM NO BATALHÃO DA PM.

20:02Carlos Alberto-Há 40 anos vivendo Brasília!

REUNIÃO DE CONSELHO DE SEGURANÇA EM SAMAMBAIA QUASE TERMINA EM CONFLITO COM CORONEL DA PMDF.





“As forças policiais e o governo não conseguem erradicar a criminalidade sem o envolvimento da comunidade. Famílias, alunos, professores, todos devem se mobilizar pelo desarmamento, pela segurança, pela cultura da paz. Queremos que a população do Distrito Federal tenha na Polícia Militar uma grande aliada nessa caminhada”.
Esta frase que já foi repetida à exaustão pelas autoridades da Segurança Pública do DF, especialmente quando da posse dos Conselheiros de Segurança, que são escolhidos pela população, parece não ter o mesmo efeito de quando proferida em tempos antigos, para alguns coronéis de hoje em dia.
Conselheiros de segurança atuais, reunidos com o Administrador Regional de Samambaia, Paulo Antonio Alves.

Escolhidos pela comunidade e empossados por ato no Diário Oficial assinado pelo Governador do DF, os Conselheiros de Segurança de cada cidade do DF, tem como missão analisar, propor soluções, discutir e fazer com a comunidade participe das decisões do Governo sobre todos os aspectos da Segurança Pública e o bem-estar geral da população.
Na tarde de ontem na sede do 11° Batalhão de Policia Militar em Samambaia, uma reunião convocada pelo Conselhos através de seus diretores que ali estão após nomeados após escolha da comunidade, foi motivo de discussão acalorada por causa de uma atitude de um coronel da PMDF, enviado para participar e buscar soluções para os pesados índices de criminalidade que voltaram a sobressaltar moradores e empresários muitos dos casos em frente a estabelecimento comerciais de grande movimento e presença de pessoas, mas que na contra mão do procedimento usual e cooperativo que supõe-se ou determina o Governo e a legislação pertinente, deva haver entre o Conselho e as forças policiais, ele de forma abrupta e repentinas aviusou que só se reuniria como o presidente do Conselho, Agenildo Neri em separado sem a presença da Conselheira Lúcia Murta e do Conselheiro Domício.
O ato foi repudiado imediatamente pela equipe toda que se negou a continuar com a reunião que contava inclusive com a participação do Administrador Regional das cidade.
Lamentável em todos os aspectos, especialmente diante do quadro negativo e dos números crescentes da violência na cidade que conta com pequeno e esforçado efetivo que se esforça sabida e continuadamente para dar conta da segurança dos mais de 250 mil moradores que pagam além de pesados impostos ao GDFR, pelo erros de omissão, descaso, retirada de efetivos, falta de manutenção de viaturas, equipamentos vencidos, como as armas de choque elétrico e coletes, todos devolvidos por estarem sem condições de uso.

Em tempos de antanho, de ditadura militar, era compreensível esta atitude, pois os anos de chumbo ou ditadura ou ditabranda, como preferirem alguns, foram marcados pelo famosos “sabe com quem está falando?”, mas nos tempos atuais de pesada carga de impostos, e de péssimo retorno da qualidade de serviços prestados em todas as áreas de responsabilidade do Governo no qual o DF encontra-se profundamente afundado, cabe ao Governador, ao comandante geral da PMDF e de sua quase invisível Secretária de Segurança, as devidas explicações sobre tal procedimento típico e recheado de demonstração de autoritarismo e falta de respeito por quem foi escolhido, já entre tão poucas opções de exercerem seus direitos enquanto cidadãos para discutir e buscar soluções em seu nome.

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