featured

BAYERN E MONSANTO UNIDAS NUMA OPERAÇÃO DE BILHÕES! E VOCÊ COM ISSO!

16:55Carlos Alberto-Jornalismo sério

BAYERN E MONSANTO UNIDAS:
Nasce a pior empresa do mundo
 É a notícia mais assustadora do século. A Bayer, cuja antecessora, a IG Farben, fabricava o Zyklon-B, o gás usado pelos nazistas nas câmaras que matavam judeus na Segunda Guerra, comprou a Monsanto, que produzia o Agente Laranja, químico usado na guerra do Vietnã, e que atualmente vende o pesticida mais usado (e criticado) da história do mundo, o glifosato (comercializado com o nome de Round-Up). Imediatamente após a notícia, memes se espalharam pela rede, inclusive no Brasil, criticando a fusão.
 Não parece mesmo a união do demônio com o capeta? É como se a LexCorp de Lex Luthor se aliasse à Oscorp do Duende Verde. Ou a InGen de Jurassic Park se fundisse à Virtucon do Dr. Evil. Juntas, a Bayer e a Monsanto se tornarão a maior empresa do agronegócio do mundo. O que esperar dessa fusão? Inseticidas em forma de aspirina? Vacinas infantis com agrotóxicos? Milho que cura dor de cabeça? Novas armas “não-letais” para os policiais do mundo?

Só em 1995 a Bayer pediu desculpas publicamente por ter fabricado o gás para os fornos de Adolf Hitler e por ter utilizado judeus como escravos e cobaias humanas nas fábricas construídas ao lado dos campos de concentração durante a Segunda Guerra. O executivo alemão Fritz ter Meer, que dirigiu as operações em Auschwitz, chegou a ser condenado à prisão no tribunal de Nuremberg, mas retornou como presidente da Bayer AG em 1956.

A Monsanto, em parceria com a Dow Chemical, forneceu os 80 milhões de litros de Agente Laranja despejados sobre o Vietnã para destruir as plantações de arroz do inimigo e desfolhar a vegetação, entre 1965 e 1971. O pesticida é acusado de ter provocado câncer em milhares de vietnamitas e malformações em 150 mil crianças, mas as duas empresas já ganharam ou recorreram de várias sentenças judiciais condenando-as a pagar indenizações às vítimas. A Dow e a Monsanto só concordaram em pagar indenização aos soldados norte-americanos, em um acordo feito em 1984.

Em seu site oficial, a Monsanto nega sua responsabilidade nos efeitos do Agente Laranja sobre os vietnamitas, sul-coreanos ou quaisquer populações atingidas. Na época da guerra do Vietnã, o governo dos EUA e os produtores do pesticida também diziam que o Agente Laranja era inofensivo aos seres humanos, exatamente como fazem hoje com o glifosato, a despeito de uma agência da OMS (Organização Mundial de Saúde) ter comprovado seu potencial cancerígeno.

Imaginem agora estas duas empresas “do bem” juntas! No site Natural News, o ativista Mike Adams descreveu a compra da Monsanto pela Bayer com um título espalhafatoso porém verdadeiro: “Bayer, companhia química fundada por nazistas, compra a inspirada-por-satã Monsanto por 66 bilhões de dólares, uma perfeita dupla no inferno dos químicos.” O pré-candidato à presidência dos EUA e senador Bernie Sanders soltou uma nota qualificando a venda da Monsanto à Bayer como “uma ameaça a todos os americanos”. Que dirá o brasileiro, campeão mundial em consumo de agrotóxicos?





Os especialistas em negócios dizem que a Bayer talvez seja capaz de dar um gás (ops) à combalida Monsanto, cujas vendas de glifosato vêm caindo nos últimos anos. A expectativa é que agora, aliada à Bayer, a Monsanto produza uma nova série de sementes modificadas geneticamente e pesticidas ainda mais potentes. Sem esquecer que o poderoso lobby destas duas empresas sobre os políticos de direita do mundo duplicou. Que medo! Fujam para as montanhas (mas alguma onde só haja orgânicos).

Será que o governo ilegítimo do Brasil será o primeiro associado da nova dupla malévola? Afinal, Michel Temer sancionou uma lei que permite jogar inseticidas em cima da população. Só falta mesmo um golpista latino-americano para este enredo de filme B ficar ainda mais sinistro.


Por Cynara Menezes, no blog Socialista Morena:

E AGORA? E OS TRANSGÊNICOS NA NOSSA MESA

Cientistas pedem a suspensão dos transgênicos em todo o mundo

Carta aberta de cientistas de todo o mundo a todos os governos sobre os organismos geneticamente modificados(OGM).


– Os cientistas estão extremamente preocupados com os perigos que os transgênicos representam para a biodiversidade, a segurança alimentar, a saúde humana e animal, e, portanto, exigem uma moratória imediata sobre este tipo de cultivo em conformidade com o princípio da precaução.


– Eles se opõem aos cultivos transgênicos que intensificam o monopólio corporativo, exacerbam as desigualdades e impedem a mudança para uma agricultura sustentável que garanta a segurança alimentar e a saúde em todo o mundo.



– Eles fazem um apelo à proibição de qualquer tipo de patentes de formas de vida e processos vivos que ameaçam a segurança alimentar e violam os direitos humanos básicos e a dignidade.


– Eles querem apoio maior à pesquisa e ao desenvolvimento de uma agricultura não corporativa, sustentável, que possa beneficiar as famílias de agricultores em todo o mundo.


A carta é assinada por 815 cientistas de 82 países, entre os quais estão:
Dr. David Bellamy, Biólogo e artista, Londres, Reino Unido;

Prof. Liebe Cavalieri, Matemática Ecologista, Univ. Minnesota, EE.UU.;

Dr. Thomas S. Cox, geneticista, Departamento de Agricultura de EE.UU.(aposentado), Índia;

Dr. Tewolde Egziabher, porta-voz para a Região da África, Etiópia Dr. David Ehrenfeld, biólogo / ecólogo da Universidade de Rutgers, EE.UU.;

Dr. Vladimir Zajac, Oncovirologista, Geneticista, Cancer Reseach Inst., República Checa;

Dr. Brian Hursey, ex-oficial superior da FAO para as doenças transmitidas por vetores, Reino Unido;
Prof. Ruth Hubbard, geneticista da Universidade de Harvard, EE.UU. Prof. Jonathan King, biólogo molecular, MIT, Cambridge, EE.UU.;

Prof. Gilles-Eric Seralini, Laboratoire de Biochimie y Moleculaire, Univ. Caen, França;

Dr. David Suzuki, geneticista, David Suzuki Foundation, Univ. Columbia Britânica, Canadá;

Dra. Vandana Shiva, física teórica e ecologista, Índia;

Dr. George Woodwell, Diretor, Centro de Pesquisa Woods Hole, EE.UU.;

Prof. Oscar B. Zamora, Agrônomo, U. de Filipinas, Los Baños, Filipinas.
 Resumo
Nós, cientistas abaixo-assinados, pedimos a suspensão imediata de todas as licenças ambientais para cultivos transgênicos e produtos derivados dos mesmos, tanto comercialmente como em testes em campo aberto, durante ao menos cinco anos; as patentes dos organismos vivos, dos processos, das sementes, das linhas de células e genes devem ser revogadas e proibidas; e exige-se uma pesquisa pública exaustiva sobre o futuro da agricultura e a segurança alimentar para todos.


VEJA ESTE VÍDEO SOBRE ALIMENTOS TRANSGENICOS:


Você pode gostar de...

1 comentários

  1. Um bom servicio de salas de dados virtuais e uma solução eficaz para o armazenamento confidencial de documentação em transações de fusões e aquisições.

    ResponderExcluir

Criticas ou sugestões?

Nome

E-mail *

Mensagem *

Visitantes