DEPUTADO WEVERTON ROCHA DO MARANHÃO, AUTOR DA “EMENDA DO TERROR”, E AMIGO PESSOAL DO EX-MINISTRO CARLOS LUPI, É ACUSADO DE PRATICAR VÁRIOS CRIMES

12:59Carlos Alberto-Há 40 anos vivendo Brasília!

DEPUTADO WEVERTON ROCHA DO MARANHÃO, AUTOR DA “EMENDA DO TERROR”, E AMIGO PESSOAL DO EX-MINISTRO CARLOS LUPI, É ACUSADO DE PRATICAR VÁRIOS CRIMES


O autor da emenda que enquadra juízes e promotores no projeto anticorrupção é o deputado Wewerton Rocha (PDT-MA). Homem de confiança do ex-ministro do Trabalho, Carlos Lupi, e líder da bancada do PDT (hoje oposição ao governo Temer), o parlamentar é investigado em dois inquéritos que tramitam no Supremo Tribunal Federal. Wewerton é pré-candidato ao Senado em 2018.

Wewerton é criticado pela família Lago, do ex-governador do Maranhão, Jackson Lago. A viúva do ex-governador disse nas redes sociais à época do impeachment de Dilma Rousseff, que Wewerton é um “oportunista” ao usar o nome do seu marido nos discursos a favor de Dilma Rousseff. O partido da ex-presidente fez jogo duplo ao ajudar a família de José Sarney na cassar justiça eleitoral o mandato do ex-governador Jackson.

Entre as acusações que a justiça deveria estar investigando contra o líder do PDT está a denúncia de cobrança de  propina para liberar recursos milionárias a ONGs. Em uma das liberações, a ONG Instituto Brasil Voluntário firmou convênio quando o deputado era secretário no governo do Maranhão, em dezembro de 2007, de mais de R$ 2,1 milhões. A prestação de contas seria de apenas R$ 800 mil.

De acordo com a Transparência Brasil, Weverton Rocha é investigado por peculato e corrupção, por suposto envolvimento com o desvio de verbas do Ministério do Trabalho, por meio a contratação irregular de ONGs. Ele também é investigado por suposto crime contra a Lei de Licitação à época em que comandava a Secretaria de Esporte do Maranhão. Segundo a denúncia, ele teria favorecido uma empresa para a reforma de um ginásio, dispensando a licitação de forma indevida.

De acordo com O Globo, Weverton ainda é réu em ações civis de improbidade administrativa, movidas pelo Ministério Público Federal e pelo MP do Maranhão. Ele responde a três ações civis públicas, uma delas por supostamente ter se beneficiado do uso de um jatinho custeado por entidade social conveniada com o Ministério do Trabalho, à época em que atuava como secretário da pasta.


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