ACUSAÇÕES CONTRA JUIZ DO DF ACUSADO DE AGREDIR MULHERES CONTINUAM AUMENTANDO.

11:18Carlos Alberto-Jornalismo sério


ACUSAÇÕES CONTRA JUIZ DO DF ACUSADO DE AGREDIR MULHERES CONTINUAM AUMENTANDO.
VOZES FEMINISTAS EMUDECEM EM DEFESA DA MULHER QUE APANHOU DE JUIZ PETISTA










Nomeado por Dilma Roussef, e amigo de lideranças petistas, o juíz não tem recebido queixas do tipo "o que é isso", marca padrão  da petista Maria do Rosário.
As denúncias feitas por Michella Pereira são gravíssimas.

Ela acusa o juiz Roberto de Figueiredo Caldas, indicado por Dilma Rousseff para a Corte Interamericana de Direitos Humanos da OEA, do cometimento dos crimes de injúria, agressão, espancamento, ameaça de morte e assédio sexual.
Nesta segunda-feira (13), Michella fez novas revelações:

“Agressões verbais e injúrias eram diárias. Físicas, como me bater com o controle remoto na cabeça, empurrão, tapa e cascudo, eram semanais. Fui espancada umas seis vezes, numa delas, grávida do nosso segundo filho. Ele puxou meu cabelo, me empurrou de uma escada de três degraus e deu chutes na minha barriga. Passei vários dias com dores. Quando fiz o exame estava com um hematoma no útero. Passei a gravidez na cadeira de rodas.”
Michella apresentou inúmeras gravações onde é agredida verbalmente.
Ela diz ainda que Caldas a agrediu de forma 'brutal' pelo menos quatro vezes e que era comum xingá-la de "cachorra", "safada" e "vagabunda".
Outras duas mulheres que foram funcionárias da família também o acusam de assédio sexual e ameaças de demissão.
Em outro momento impactante do depoimento de Michella, ela conta que certa feita, com o corpo coberto de hematomas, assistiu a uma palestra dele na Universidade de Brasília “em defesa dos direitos da mulher”.
Nenhuma feminista, principalmente as petistas, saiu em defesa de Michella.

Petista, juiz na Corte de Direitos Humanos da OEA, é acusado de agressão e assédio sexual
Brasileiro e juiz da Corte Interamericana de Direitos Humanos, com mandato de 2013 a 2018, o jurista Roberto de Figueiredo Caldas foi atuante nos governos do PT e certamente galgou o cargo que ora ocupa como prêmio por sua atuação e fidelidade partidária, tendo sido eleito em 2012 com 19 votos dos 24 estados-membros da OEA, após a indicação da então presidente Dilma Rousseff.

Membro atuante da seção do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, na qual foi fundador e primeiro presidente da Comissão de Direitos Sociais, de 2001 a 2003, entre outros cargos que desempenhou.

Com a ascensão do PT ao poder, integrou o Grupo de Reforma Trabalhista e Sindical do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República de 2003 a 2004, a Comissão Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo (CONATRAE) da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República de 2003 a 2007 e 2010 a 2013, a Comissão de Ética Pública da Presidência da República de 2006 a 2012, e foi conselheiro do Conselho de Transparência Pública e Combate à Corrupção (CGU) da Presidência da República de 2007 a 2012.

Roberto Caldas é acusado pela ex-mulher, Michella Pereira, do cometimento dos crimes de injúria, agressão, espancamento e ameaça de morte.

Michella diz que Caldas a agrediu de forma brutal pelo menos quatro vezes e que era comum xingá-la de "cachorra", "safada" e "vagabunda".

Ele nega as acusações, mas duas mulheres que foram funcionárias da família também o acusam de assédio sexual e ameaças de demissão.

Kakay, o advogado do juiz, nega que tenha havido agressões físicas, mas diante de gravações apresentadas por Michella, ele diz que agressões verbais eram parte da ‘tônica dessa relação durante anos’.

Caldas na condição de juiz da Corte Interamericana de Direitos Humanos sempre foi severo crítico do impeachment de Dilma Rousseff, da Operação Lava Jato e do juiz Sérgio Moro.

O juiz Roberto Caldas, petista atuante nos governos do partido, e indicado para a Corte Interamericana de Direitos Humanos da OEA pela presidente Dilma Rousseff, além das inúmeras acusações de agressão física, espancamento e ameaça de morte contra sua ex-mulher, Michella Pereira, também irá enfrentar a acusação de estupro.
Ela alega que por diversas vezes ‘acordava com ele penetrando’.
O advogado de Caldas, Kakay, na defesa de seu cliente disse o seguinte:
"Para mim isso está longe de qualquer definição de estupro (…). Quem já foi casado razoavelmente sabe que não é estupro. Eu acho que sinceramente é forçar a barra."
Manter relação sexual sem o consentimento da parceira é sim, estupro.

Principalmente quando o sujeito da ação é um juiz internacional de Direitos Humanos.


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