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ELEIÇÕES GERAIS:ELAS VEM AÍ, E BEM RÁPIDO! VOCÊ ESTÁ PREPARADO?

20:05Carlos Alberto-Há 40 anos vivendo Brasília!


AS ELEIÇÕES DE 2018


Neste ano, elegeremos presidente, governadores e legisladores.
Ao que parece, os partidos serão os mesmos e os candidatos, também (em sua maior parte, estão hoje no poder).
Há o Partido Novo, ético, capitalista, se organizando para galvanizar a decepção do eleitorado. Participo de seus quadros. Mais do que os percentuais de votos que alguns supostos candidatos ostentam nas pesquisas, chama-nos a atenção os porcentuais de rejeição, pois, quando se colhe a intenção de votar, ficam excluídas as intenções de voto nulo ou nulificado, de voto em branco e a abstenção. O pesquisador insiste na pergunta de que, se você fosse obrigado a votar em alguém, em quem seria. Às pressas, nome que lhe vem à cabeça é dito pelo eleitor. 
Nomes conhecidos levam vantagem.
Dito isso, vejamos os níveis de rejeição de nomes para a Presidência da República à altura de setembro de 2017, um ano antes do pleito: Temer (93%), Aécio (91%), Renan (84%), Serra (82%), FHC (79%), Dilma (79%), Alckmin (73%), Rodrigo Maia (72%), Lula (66%), Marina (65%), Ciro (63%), Meirelles (62%), Crivella (60%), Bolsonaro (56%), Skaf (55%), Jereissati (55%), Jobim (54%), Dória (52%), Huck (42%). Agora vejam as intenções positivas de voto (o eleitor tem que votar, necessariamente): Huck (44%), Lula (32%), Marina (24%), Bolsonaro (21%), Dória (21%), Dilma (18%), Renan (15%), Alckmin (14%), Ciro (11%), FHC (10%).

Aqui uma pequena mostra do que está sendo a linha de pensamento dos eleitores neste ano:Vai dar trabalho se eleger!
Nessa sopa de nomes e números, é possível verificar, levando-se em conta a capacidade de financiamento, que alguns nomes “de centro” se apresentem viáveis. Em que pesem as contradições entre o voto positivo e as rejeições declaradas, segundo penso, os nomes viáveis são: Huck (44%), Dória (19%) e Alckmin (14%). Correndo pela esquerda, inquestionavelmente, temos Lula (32%) e Marina (24%). Concorrendo pela direita declarada, temos Bolsonaro (21%), sem concorrência.
Agora, quem vota em Alckmin não vota em Lula, nem em Bolsonaro, mas pode votar em Dória. De outra parte, observa-se, tirante o PT (10% do eleitorado), que os pesquisados são apartidários e a-ideológicos. O que resolverá a eleição é a pessoa do candidato, suas promessas verdadeiras (e falsas também). O país, pobre de políticos, é miserável de eleitores. A consciência política é zero. Repulsa, em parte há, contra nomes envolvidos em falcatruas, daí a vantagem, nesse quesito, de Bolsonaro (reúne os que querem ética, energia e fechamento da democracia). Dória (jovem, rico, homem de sucesso, boa imagem, empreendedor) e Alckmin (discreto, bom administrador, conciliador, do PSDB histórico).
A pesquisa deixou de fora quem está dentro e trabalhando nos bastidores, capaz de unir o empresariado, centro-esquerda e o centro do espectro político, o senador Álvaro Dias, o nome preferido pelos videntes. Num país sem partidos, de muita indignação e pouca ação, as futuras eleições são ainda um processo de muitas interrogações.

 Provavelmente, Lula já pela segunda vez condenado por Moro, com a primeira condenação confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, e já perdendo no STF, não concorrerá. É duvidosa a adesão em massa do PT a Marina ou Ciro, que já disse ser candidato só na hipótese de Lula não concorrer, e Huck entrou na lista como Pilatos no Credo. O PT vota somente nos seus. Será Haddad o candidato, salvo Tasso Genro, odiado pelo ABC petista e paulista, não há outro viável.
Para lá dos candidatos, o eleitorado deveria se perguntar sobre emprego, como acabar com a sangria da previdência social e sobre o futuro da nação. Temos pela frente anos que exigem crescimento. As eleições de 2018 não resolverão os nossos problemas e podem até agravá-los, a depender do presidente eleito e do seu apoio parlamentar. Por milagre, os estrangeiros acham-nos um novo e promissor país e existe no Brasil um empresariado apto e diverso. Cabe-nos ter esperança. É na economia e no setor privado que está o futuro do Brasil. No lado político, é diminuir o Estado a todo custo e eleger os legislativos possíveis. A Presidência é incógnita.
Mas na atualidade é preciso destacar três fatos. Há um programa de desestatização em curso no governo Temer. Até o presente momento, a começar pelo teto dos gastos, seu governo é um sucesso, economicamente falando. Por fim, qual a razão de o Brasil afundar com Dilma e ressurgir em 2017 com Temer? 
Sua obstinação em segurar os gastos (teto) e a dívida pública (70% do PIB). O mundo empresarial entendeu-o imediatamente. A sociedade, não! Entretanto, entregará o país muitíssimo melhor do que o recebeu: inflação de 2,5%, mais empregos, juros civilizados (6%) crescendo a 3% (tudo isso em 2 anos de governo). PT, nunca mais. Queremos o Partido Novo. Renovação.

Por Sacha Calmon-Advogado.

Eleições 2018 – Cargos disputados e datas do primeiro e segundo turno.
As eleições são de grande importância, pois é o momento onde a população tem a oportunidade de eleger seus representantes através do voto, por isso nessa publicação traremos algumas informações relacionadas as eleições de 2018, confira:
– Cargos disputados;
– Datas;

Cargos Eleições 2018
datas-eleicoes2018-cargosNas eleições gerais que acontecem no Brasil em 2018, os brasileiros vão as urnas para eleger seus representantes para os seguintes cargos:
– Presidente da República;
– Governadores;
– Senadores;
– Deputados Federais;
– Deputados Estaduais/Distrital;

Presidente eleito em 2018
O Presidente que for eleito nas eleições deste ano, assume a Presidência da República 1º de janeiro, e irá governar o país pelo período de quatro anos, ou seja, seu mandato inicia-se em 1º de janeiro de 2019 e termina no dia 31 de dezembro de 2022.

Governadores
Neste pleito são eleitos os Governadores das 27 unidades federativas do Brasil (26 estados e o Distrito Federal), todos com mandato de quatro anos, iniciando em 2019 e finalizando em 2022 como acontece com o cargo do Presidente da República.

Senadores
Oitenta e um (81) é o número total de Senadores, sendo que cada um dos 26 estados mais o Distrito Federal elege 3 Senadores cada.

O tempo de mandato de um Senador é de 8 anos, porém existem eleições para o cargo de quatro em quatro ano, onde alternadamente renovam-se as cadeiras por um e dois terços.

Explicando para que fique mais claro, nas últimas eleições para o cargo em 2014, foram eleitos 1/3 de novos Senadores, estes eleitos em 2014 ficaram no cargo até 2022, nas eleições de 2018, serão eleitos 2/3, ou 54 novos Senadores e estes ficaram no cargo até 2026.

Como em 2018 são 54 cadeiras, cada estado(mais o Distrito Federal) irá eleger dois Senadores.

É importante lembrar que cada Senador é eleito com dois suplentes.

Deputados Federais
O mandato para o cargo é de quatro anos, sendo que o candidato eleito Deputado Federal, pode concorrer a sucessivas reeleições.

Deputados Estaduais
Também possui um mandato de quatro anos, podendo concorrer a sucessivas reeleições.

Data eleições 2018
Conforme Emenda Constitucional 16/97, as eleições são realizadas em 1º turno no primeiro domingo de outubro, sendo o 2º turno realizado no último domingo de outubro.

Desta forma as eleições de 2018 irão acontecer nas seguintes datas:

1º turno: 7 de outubro de 2018
2º turno: 28 de outubro de 2018.



QUANTO CUSTA UMA PESQUISA

Quanto custa aparecer numa pesquisa eleitoral?
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Não, não me refiro a despontar dentre os preferidos, mas sim ter seu nome incluído pelas empresas de pesquisa naquela cartelinha que os entrevistadores apresentam aos eleitores para escolher um dos nomes como o seu candidato preferido.
Até que o período eleitoral seja oficialmente aberto, as empresas podem elaborar as pesquisas da forma como melhor lhe convier e oferecer aos potenciais clientes como desejar. É como, mais ou menos, a venda de um carro: pode ser quatro portas, conversível, diesel ou flex, quem manda é o cliente e, é claro, paga pelas suas escolhas.
Assim, aqui em Brasília, por exemplo, determinada empresa de pesquisa está cobrando R$ 6 mil aos potenciais candidatos a deputado distrital para que o nome de cada um deles apareça ao lado de outros quatorze. Somente esses quinze nomes,escolhidos pelos deuses do Olimpo das Pesquisas ou pelo tamanho da sua conta-corrente, serão submetidos à opinião popular.
Só eles serão testados junto ao público e é claro, quando o resultado da pesquisa vier a público nos meios de comunicação, qualquer um deles já estará entre os 15 notáveis da Capital. Se o candidato não estiver na relação não poderá mostrar a sua base seu potencial.
Mesmo preço e condições são ofertados aos candidatos a deputado federal. O custo para o Senado não é conhecido, mas não deve ser muito diferente do cobrado aos candidatos ao Buriti.
Considerando que nas eleições passadas passou de mil a quantidade de distritais que disputaram o pleito, esta pré-seleção da empresa de pesquisa já é uma forma de fazer com que o poder econômico interfira no processo eleitoral, antes mesmo dele ter início.
Governador
Pela tabela, a inserção do nome do candidato a candidato a governador custará R$ 2.500,00. Se o cliente desejar fazer algumas perguntas específicas, tipo qual deve ser a prioridade eleitoral dele, o que mais aflige o brasiliense, o que o eleitor acha disso ou daquilo outro, poderão ser acrescentadas até três perguntas. Com um custo extra, é claro. 
Uma pergunta custará mais R$ 2.500,00; duas perguntas requer mais R$ 6.500,00; e três perguntas, o custo adicional será de R$ 9.500,00.
Nas redes sociais
As redes sociais estão dando uma mãozinha àqueles que não desejam morrer nos custos das empresas de pesquisa. Para quem conta com o apoio de entidades corporativas fica ainda mais fácil. O presidente do Sindicato dos Médicos do DF, Gutemberg Fialho, por exemplo, vale-se do mailing list da entidade que comanda para enviar uma rápida enquete aos médicos do DF. Ele busca saber se os entrevistados consideram importante para a categoria profissional dos médicos possuir uma representação parlamentar na Câmara Legislativa, o que acham dele, Guttemberg, candidatar-se a deputado distrital e por qual partido.
Lembrando que em 2014, Guttemberg foi candidato pelo PSB, mas depois brigou com Rodrigo Rollemberg. A iniciativa de Gutemberg em auscultar sua base profissional é interessante e até recomendável. Questionável é usar a estrutura do Sindicato dos Médicos que dirige para tal finalidade. O que dirão médicos igualmente candidatos por partidos diferentes?

FONTE: www.bsbcapital.com.br

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