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EX-SENADOR AGORA PRESIDIÁRIO QUERIA COMPRAR O CENTENÁRIO " CORREIO BRAZILIENSE" NO AUGE DE UMA CRISE FINANCEIRA

13:53Carlos Alberto-Jornalismo,isento e sem compromisso com mentiras.!


LUIZ ESTEVÃO QURIA   COMPRAR O CORREIO BRAZILIENSE

(Se não fosse uma condenação quase a perpétua no seu  caminho...)

Luiz Estevão começou a receber suas penas, sendo condenado no regime semiaberto a três anos e seis meses de prisão, por fraudes na construção do Tribunal Regional de São Paulo. 
O  ex-senador Luiz Estevão, que ainda é um dos homens mais ricos do Distrito Federal, tentou se reinventar como 'magnata de mídia' no curto período em que ficou solto; em Brasília, ele já fez circular o projeto de criar um jornal eletrônico, mas também abriu negociações para comprar o Correio Braziliense, o maior jornal da capital federal e um dos mais antigos do País, que pertence aos Diários Associados, que enfrentam profunda crise econômica e foi uma má notícia para o governador Rodrigo Rollemberg, que pode ter um empresário da pesada nos seus calcanhares

Em seus tempos áureos, no governo de José Roberto Arruda, o Correio chegou a receber cerca de R$ 5 milhões por mês em publicidade oficial do Governo do Distrito Federal. Mas essa era ficou para trás.
Em crise financeira, o GDF reduziu seu orçamento anual de publicidade de mais de R$ 200 milhões/ano para pouco mais de R$ 30 milhões neste ano, o primeiro da gestão de Rodrigo Rollemberg, do PSB.

Ainda assim, o Correio seria um instrumento importante nas mãos de Estevão, para quem dinheiro não chega a ser problema. Aliados do ex- senador estiveram envolvidos com a veiculação de denúncias que culminaram com a queda de Arruda, no chamado 'mensalão do DEM.' Caso consiga comprar o Correio, terá força para influir na política local (Estevão é um aliado da família Roriz), colocando-se nos calcanhares de Rollemberg.

Nos Associados, a crise também está relacionada às escolhas políticas da família Teixeira da Costa, que segundo as más línguas não será lembrada por sua “ótima administração”, (Evaristo o presidente já falecido) que preside o condomínio e apoiou de peito aberto os "cavalos errados" -- Aécio Neves, na disputa presidencial, Pimenta da Veiga, em Minas, e Arruda, em Brasília.
Tendo perdido todas as disputas, os Associados ficaram à margem do poder em Minas, onde têm o Estado de Minas, e também na capital federal.
O plano inicial do grupo, que já se desfez de ativos do Nordeste, era vender a operação em Minas, para preservar Brasília. Mas dependendo do tamanho do cheque de Estevão, tudo pode mudar.

Deu água e agora Estevão de novo confirmado em uma condenação, voltou para a Papuda para cumprir uma longa, longa pena. Longe dos bilhões de sua fortuna!



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