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DEPUTADO FEDERAL RONALDO NOGUEIRA, QUE ERA ALINHADO COM O HOJE PRESO EDUARDO CUNHA CHEGA JUNTO E FECHA COM TEMER

22:59Carlos Alberto-Jornalismo,isento e sem compromisso com mentiras.!



DEPUTADO FEDERAL RONALDO NOGUEIRA(Pros-DF), é o novo ministro da Secretaria-Geral era alinhado a Eduardo Cunha, era alinhado ao hoje detento Eduardo.
(Foto: Alex Ferreira / Câmara dos Deputados)
Novo ministro da Secretaria-Geral, o deputado federal Ronado Fonseca (DF) era alinhadíssimo ao ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha. Fonseca, inclusive, apresentou parecer na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) pedindo a anulação da votação que cassou o mandato de Cunha em 2016.
Fonseca substituirá Moreira Franco, que está à frente do Ministério de Minas e Energia.

A HISTÓRIA:

Novo ministro de Temer era aliado de Eduardo Cunha na Câmara: novo ministro do governo deu  parecer favorável a Eduardo Cunha, na CCJ da Câmara tentando salva-lo da cassação.

O deputado Ronaldo Fonseca (sem partido-DF), novo ministro da Secretaria Geral da Presidência, era 1 dos aliados do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB-RJ). Condenado na Lava Jato, o emedebista está preso desde outubro de 2016.
Fonseca foi escalado para dar parecer favorável a Cunha na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) em 2016, quando Cunha enfrentou o processo que culminou em sua cassação. Depois, também votou a favor de Eduardo Cunha na comissão.
O novo ministro tomou posse (28.mai.2018). Substituirá o interino Joaquim Lima, secretário-executivo do ex-ministro Moreira Franco.
Fonseca é um dos líderes da Assembleia de Deus no Distrito Federal.
Pessoas ligadas à instituição religiosa eram a maioria dos presentes em sua posse no Palácio do Planalto.
O ministério de Fonseca é o responsável pelo PPI (Programa de Parcerias de Investimentos), braço de privatização do governo Temer.
O agora ministro era filiado ao Pros e mudou para o Podemos na última janela partidária. Após a decisão de aceitar o convite para a Secretaria Geral, foi desfiliado pela presidente da legenda, deputada Renata Abreu (SP).
LIGAÇÃO COM CUNHA
O processo de cassação de Eduardo Cunha passou, primeiramente, pelo Conselho de Ética da Câmara. O resultado foi a favor da perda do mandato do emedebista (por uma margem pequena). Depois, o processo foi à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), onde Fonseca deu 1 parecer favorável ao aliado.
A defesa do emedebista pedia a anulação do resultado do Conselho de Ética. Fonseca concordou e disse que houve uma manobra ilegal por parte do então presidente do colegiado, deputado José Carlos Araújo (PR-BA).
No plenário da Câmara, Fonseca mudou sua posição e foi favorável à cassação de Eduardo Cunha.
CONTRA REFORMAS
O deputado foi contra a reforma trabalhista e se manifestou contra a previdenciária. Em 2017, chegou a ser punido por falar contra a reforma da Previdência.
À época, Fonseca criticou o governo por ter sido retaliado e disse que não mudaria sua posição após a demissão de seu indicado.
“Estão tratando os que tiveram indicados demitidos com infiéis. Fiz a opção de ser fiel aos trabalhadores, se isso significa ser infiel ao presidente Temer, paciência”, afirmou.

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A CONDENAÇÃO DE EDUARDO CUNHA NA LAVAJATO:



Sergio Moro condenou Eduardo Cunha a 15 anos e 4 meses de prisão
Ex-presidente da Câmara é condenado na Lava Jato por três crimes. Ele ainda é réu em outras duas ações penais.
Ele foi condenado a 15 anos e 4 meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva, lavagem e evasão de divisas no caso que envolve a compra do campo petrolífero de Benin, na África, pela Petrobras, em 2011. Essa é a primeira condenação do peemedebista.
Cunha é acusado de ter recebido 1,5 milhão de dólares (ou o equivalente a 4,64 milhões de reais) em propina da compra no valor de US$ 34,5 milhões. O negócio foi capitaneado pela Diretoria Internacional da estatal.
Segundo Moro, o negócio fraudulento teria gerado um prejuízo de 77,5 milhões de dólares para a Petrobras.
“A responsabilidade de um parlamentar federal é enorme e, por conseguinte, também a sua culpabilidade quando pratica crimes. Não pode haver ofensa mais grave do que a daquele que trai o mandato parlamentar e a sagrada confiança que o povo nele deposita para obter ganho próprio”, escreveu.

“A lavagem, no presente caso, envolveu especial sofisticação, com a utilização de não uma, mas duas contas secretas no exterior, em nome de trusts diferentes, com transações entre elas, inclusive com fracionamento quando do recebimento do produto do crime para dificultar rastreamento”, afirmou Moro na decisão.

Além da detenção, o juiz fixou também uma multa para reparação dos danos decorrentes do crime. “Reputo mais apropriado fixar um valor mais conservador, correspondente ao montante da vantagem indevida recebida, de um milhão e quinhentos mil dólares.  (….)  Os 1,5 milhão [de dólares] devem ser convertidos pelo câmbio de 23/06/2011 (1,58) e a eles agregados juros de mora de 0,5% ao mês. Os valores são devidos à Petrobras”.
Cunha está preso desde 19 de outubro de 2016, quando foi detido preventivamente no âmbito da Operação Lava Jato em Brasília. Segundo Moro, o tempo que o peemedebista já passou na prisão será descontado da sentença.  Saiba mais: Eduardo Cunha é preso em Brasília
O ex-deputado é alvo de outros cinco inquéritos, dos quais é réu em duas ações penais.
O ex-presidente da Câmara nega as acusações e já chegou a classificar o negócio pelo qual foi condenado como um “ato de burrice ” e não de corrupção.

Homenagem a Teori

Moro aproveitou a sentença de Eduardo Cunha para prestar uma homenagem ao ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), que morreu em um acidente de avião em 19 de janeiro. Ele afirma, na sentença desta quinta-feira, que o “legado de independência e de seriedade” do ministro não será esquecido e, como deixa, alertou o Congresso sobre uma eventual aprovação do projeto da lei de abuso de autoridade.

EXAME ABRIL.COM

RONALDO FONSECA E ASSEMBLEIA DE DEUS.

A relação entre Ronaldo Fonseca e Eduardo Cunha
Ruimar Fonseca, pastor e irmão do deputado Ronaldo Fonseca, esclarece que o parlamentar é presidente da Assembleia de Deus de Taguatinga, ministério Missões, e não da Assembleia de Deus, ministério Madureira, que também tem uma seção em Taguatinga, no Distrito Federal.  
O ministério Missões é um segmento da Igreja Evangélica mas não tem relação com as suspeitas de pagamento de propina para Eduardo Cunha, caso que vem sendo investigado pela PGR e que envolve, na verdade, a seção do ministério Madureira, no Rio de Janeiro. 
O deputado federal Ronaldo Fonseca (Pros-DF) acolheu parcialmente o recurso do presidente afastado da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acatando o argumento de que a votação de mérito do processo dele no Conselho de Ética tem que ser anulada. 
 Fonseca e Cunha integraram a bancada evangélica na Câmara e são ligados por uma relação que envolve a Assembleia de Deus de Madureira.
A Igreja, seção Rio de Janeiro, é acusada pela Procuradoria Geral da República de intermediar o pagamento de propina de Júlio Camargo para Eduardo Cunha, em 2012. Entenda a relação entre os dois deputados neste infográfico.
POR FÁBIO VASCONCELLOS
06/07/2016






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