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DISTRITAL SANDRA FARAJ ENFRENTA NOVA AÇÃO DO MP.

20:30Carlos Alberto-Há 40 anos vivendo Brasília!



Deputada é acusada de embolsar verba indenizatória e dar calote em empresa; Conselho Especial do TJ já rejeitou ação. Sandra também é citada em investigação de fraudes no Ministério do Trabalho.

A deputada Sandra Faraj, que tem navegado num verdadeiro oceano de turbulências e vem sendo uma das mais contestadas deputadas em todas as legislaturas da CLDF, em seu primeiro mandato, e que acaba de se livrar de uma acusação  por parte de uma empresa de prestação de serviços que alegava falta de pagamento, além já de ter respondido a um processo na própria Câmara Legislativa por quebra de decoro, onde o caso foi arquivado pelo Conselho de Ética, porquê segundo os distritais da comissão, o pedido de cassação do mandato se baseava apenas em notícias de jornal, sem comprovação suficiente, começa a enfrentar outra frente de batalha proposta pelo MP,
Citada em outro esquema
Enquanto tenta "emplacar" a denúncia de estelionato contra Sandra Faraj, o Ministério Público do DF abriu outra linha de investigação contra a parlamentar. O nome da distrital aparece em um dos documentos da operação Registro Espúrio, deflagrada no fim de abril pela Polícia Federal.
A investigação gira em torno de supostas fraudes na concessão de registros de sindicatos pelo Ministério do Trabalho. Na primeira fase da operação, houve buscas nos gabinetes dos deputados Paulinho da Força (SD-SP), Jovair Arantes (PTB-GO) e Wilson Filho (PTB-PB). Os três negam envolvimento em fraudes.
O nome de Sandra Faraj aparece na justificativa de pedidos de prisão preventiva, expedidos pelo MP Federal e negados pelo Supremo Tribunal Federal. O documento aponta o loteamento do Ministério do Trabalho entre PTB e SD.
Em mensagens trocadas por dois suspeitos, e obtidas pelo MPF com autorização da Justiça, o registro sindical de uma entidade do DF aparece como sendo "do interesse de Sandra".
Nas palavras do MPF, "provavelmente se trata da deputada distrital Sandra Faraj, do partido Solidariedade, e de Nelson Tadeu Filippelli". O G1 tenta contato com os dois citados.
Na quinta (14), a vice-procuradora-geral do Ministério Público do DF, Selma Sauerbronn, pediu acesso às provas. O ofício será analisado pelo ministro relator do caso no STF, Edson Fachin. Se os dados forem compartilhados e o MP identificar irregularidades, um novo processo pode ser aberto na Justiça local.


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