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ESCÂNDALOS DE PEDOFILIA DA IGREJA CATÓLICA: PAPA FRANCISCO RECONHECE QUE A IGREJA DEMOROU A AGIR E CORRIGIR, E PEDE PERDÃO!

23:24Carlos Alberto-Jornalismo,isento e sem compromisso com mentiras.!


PAPA FRANCISCO RECONHECEU MAIS UMA VEZ, COM "VERGONHA E ARREPENDIMENTO", QUE A IGREJA CATÓLICA DEMOROU A AGIR PARA COMBATER CASOS DE PEDOFILIA

Papa Francisco admite demora da Igreja em agir contra pedofilia
O fez  em uma "Carta ao Povo de Deus" divulgada nesta segunda-feira (20).
O papa Francisco reconheceu mais uma vez, com “vergonha e arrependimento”, que a Igreja Católica demorou a agir para combater casos de pedofilia, em uma “Carta ao Povo de Deus” divulgada nesta segunda-feira (20).
O novo “mea culpa” do Pontífice chega aproximadamente uma semana depois de a Suprema Corte da Pensilvânia, nos Estados Unidos, ter apresentado um relatório que lista mais de 300 sacerdotes envolvidos em crimes sexuais, escândalo que se soma a casos em países como Chile e Austrália.
Na carta, Francisco diz que a pedofilia é um crime que gera “profundas feridas de dor e impotência, em primeiro lugar nas vítimas, mas também em suas famílias e na inteira comunidade, tanto entre os crentes como entre os não-crentes”.
O documento afirma:
Olhando para o passado, nunca será suficiente o que se faça para pedir perdão e procurar reparar o dano causado. Olhando para o futuro, nunca será pouco tudo o que for feito para gerar uma cultura capaz de evitar que tais situações não só não aconteçam, mas que não encontrem espaços para serem ocultadas e perpetuadas.
O Papa ainda cita o relatório da Pensilvânia, que identificou cerca de mil vítimas ao longo de um período de 70 anos. De acordo com o líder católico, embora esses casos estejam no passado, as feridas “jamais prescrevem”.

Renovabrasil.com


E NO CHILE, MAIS VERGONHA POR CAUSA DA PEDOFILIA ACOBERTTADA PELA CÚPULA DA IGREJA CATÓLICA.

CHILE APONTA 158 INVESTIGADOS NA IGREJA POR ABUSOS SEXUAIS
Entre as 266 vítimas, ao menos 178 eram menores de idade

O Ministério Público do Chile anunciou na última segunda-feira (23) que 158 pessoas ligadas à Igreja Católica foram ou estão sendo investigadas desde 1960 por crimes de abusos sexuais.
Coletiva de imprensa da Conferência Episcopal do Chile, em 23 de julho


Um relatório divulgado pelo órgão contabiliza ao menos 266 vítimas, incluindo 178 menores de idade. Nos últimos 58 anos, foram abertos 144 inquéritos por abusos na Igreja, contra 158 pessoas, incluindo 74 bispos, padres e diáconos e 65 integrantes de congregações, dentre os quais 16 salesianos e 15 maristas.
As investigações também envolvem 10 laicos de paróquias, colégios ou órgãos pastorais e nove pessoas ligadas a instituições eclesiásticas, mas cujas funções não puderam ser determinadas.
"Em sua grande maioria, os fatos denunciados correspondem a delitos sexuais cometidos por sacerdotes, padres ou pessoas vinculadas a estabelecimentos educacionais. Também existem cinco casos por acobertamento ou obstrução de investigação contra superiores ou bispos", diz o relatório.
Além dos 178 menores de idade, há 31 vítimas adultas e 57 sem grupo etário identificado, já que são casos anteriores à reforma penal de 2000. Do total de investigações, 34 ainda estão abertas, e apenas 23 tiveram sentenças condenatórias.
Escândalo
Em meados de julho, um padre foi preso sob a acusação de pedofilia, no âmbito de um inquérito que investiga outros 14 prelados suspeitos de criarem uma rede de abusos na diocese de Rancagua, no sul do país.
Óscar Muñoz Toledo, ex-reitor da Arquidiocese de Santiago, é acusado de assédio e violência sexual contra pelo menos sete menores de idade entre 11 e 17 anos, incluindo parentes seus. Os casos teriam ocorrido em 2002.
O padre de 56 anos é o primeiro sacerdote católico preso desde março passado, quando um relatório ordenado pelo papa Francisco desvendou a real extensão do escândalo de pedofilia no Chile, que provocou a renúncia de todo o episcopado local.
Os investigadores dizem que Rancagua abrigava uma "fraternidade" de padres abusadores, descoberta por uma jornalista que fingira ser menor de idade e fora aliciada online por um prelado. A Justiça chilena já pediu que o Vaticano entregue toda a informação disponível sobre o caso e apreendeu documentos nas dioceses de Santiago e Rancagua, uma ação sem precedentes na nação latina.
Até o momento, Francisco aceitou as renúncias de cinco bispos chilenos, incluindo o de Osorno, Juan Barros, acusado de encobrir os abusos cometidos pelo padre Fernando Karadima, seu mentor e já condenado pelo próprio Vaticano.

    














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