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Tiffany(ou Rodrigo como querem alguns) continua gerando polemicas no voleibol do Brasil

14:34Carlos Alberto-Há 40 anos vivendo Brasília!


Tiffany deve tomar lugar de uma mulher na seleção brasileira de vôlei

Pelas regras do ranking, cada equipe só pode ter duas atletas de sete pontos no elenco.



O Jogador de vôlei Rodrigo de Abreu, travesti que hoje se denomina Tiffany Abreu após fazer cirurgia para retirada do órgão masculino e assumir aparência feminina, está jogando no time de vôlei feminino de Bauru-SP.
Tifanny já marcou 281 pontos, com a média de 5,51 pontos por set, a melhor da competição.
“O bom momento” do atleta – que sempre terá vantagem sobre as mulheres por ser fisica e biologicamente homem – também elevou seu patamar na Superliga e isso poderá levá-lo a tirar a vaga de uma jogadora na seleção brasileira de vôlei feminino.
O movimento nas redes sociais e internamente contra a presença de Rodrigo cresceu nos últimos dias, pois desde que entrou nas disputas e tornou o melhor pontuador em quadra, mostrando a força desigual com as jogadoras.
Elas protestam contra a sua presença, mesmo com aparência feminina, alegando não ter como competir com a força de um homem.
Para a próxima edição, Rodrigo passará a valer sete pontos no ranking de atletas, assim como outras jogadoras da seleção brasileira: a levantadora Dani Lins, as centrais Fabiana e Thaisa, as ponteiras Fernanda Garay, Gabi Guimarães e Natália, e a oposto Tandara
Pelas regras do ranking, cada equipe só pode ter duas atletas de sete pontos no elenco.
Estamos vivendo dias tenebrosos, com o machismo disfarçado de ideologia de gênero, obrigando mulheres a ficarem caladas, vendo homens que se sentem mulheres tomando seus lugares.
E a mulher que falar alguma coisa, será taxada por outros gays e travestis de homofóbica, transfóbica e etc. Mulheres tendo que se calar para homens que invadem seu espaço, abençoados inclusive pelas feministas.
modaefeminices.com.br/

Ao convocar a Seleção Brasileira de vôlei feminino para a temporada 2018, o técnico Zé Roberto Guimarães deixou de fora um dos maiores destaques da Superliga: a oposto Tiffany, do Sesi Bauru. Transexual, a jogadora está no centro de uma polêmica sobre os critérios e os limites que devem nortear, no esporte, a participação de atletas como ela. É uma questão delicada, da qual o Comitê Olímpico Internacional tem se esquivado mas que, nos próximos meses, poderá ter um desfecho a partir, exatamente, de uma decisão a ser tomada pela Federação Internacional de Voleibol.

A FIVB anunciou criação de um grupo de trabalho para estudar e definir, de forma conclusiva, os critérios para participação de atletas transexuais nas competições internacionais de vôlei. Serão estabelecidas novas regras, baseadas em fatores científicos e esportivos que, como afirma nota distribuída essa semana pela CBV, ao justificar a não convocação de Tiffany, “sejam pautadas em fundamentos sólidos, que promovam a inclusão sem comprometer o equilíbrio técnico entre as equipes”. E este é o ponto fundamental.


Tandara:

 Tandara bastante corajosa por ter rompido a barreira de silêncio imposta pela ditadura do politicamente correto. Como uma atleta que está em atuação, ela pôde sentir na pele a diferença que um transgênero faz na quadra e, com base nessa experiência, conseguiu projetar as possíveis implicações negativas que isso pode trazer para as demais atletas no futuro.

Na minha opinião, o depoimento dela é o mais relevante dentre as mulheres que já se manifestaram contra esse absurdo, pelo simples fato dela ter vivenciado o que as demais podem apenas conjecturar a respeito. Espero sinceramente que outras atletas se mirem no exemplo dela, pois se permanecerem caladas, será uma questão de tempo até serem escorraçadas das quadras pelos trans.

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