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ASVECOM DF-ENTORNO: A MONTANHA QUE RUGIU E PARIU APENAS ALGUNS RATOS?

17:10Carlos Alberto-Há 40 anos vivendo Brasília!



Um belo dia lá em 2010, você é chamado para participar de um grupo que pretende defender, estimular ações em benefícios e fazer ser respeitada uma das categorias mais injustiçadas deste país: Os pequenos fazedores de comunicação mais juntos, próximos aos anseios populares, que são, as cabeças pensantes, entes e agentes da comunicação comunitária: A pequena imprensa alternativa, em todo o seu hoje gigantesco espectro social e de comunicação, que envolve jornais, rádios, tevês comunitárias, blogs e todo tipo de comunicação que nasce e permanece fiel as origens populares, e agora plenamente fortalecidas pelo crescimento e gigantismo instantâneo das redes sociais na internet.

Pronto! Estava criada aqui no DF, uma entidade que deveria ser ímpar, única, guerreira, até feroz, poderíamos dizer, guardiã perene dos interesses dos pequenos comunitários!




Mas, e temos sempre o indefectível "mas", eis surge o indomável caráter egoísta e politiqueiro de alguns dos que deveriam conduzi-la com probidade, equanimidade, justiça, continuidade de propósitos outrora nobres e que sem que nem porquê, resolve trilhar um caminho diferente daquele outrora proposto, em que alguns, se viam em condições de só oferecer, o seu próprio tempo, em reuniões por horas a fio, e que terminaram resultando numa lei que supostamente deveria beneficiar a todos, digamos, irmãmente.
Nada disso aconteceu e o que se vê agora além de patético, chega a ser aviltante e indigno daqueles que se comprometeram com tais lutas dando um pouco de si e acreditando na honestidade dos que se propuseram a ajudar a concretizar o sonho.
A ASVECOM-DF, virou pura e simplesmente uma capitania loteada entre os que espertamente descartaram os antigos fundadores nas primeiras diretorias, e se expõe hoje a ser apenas um produto de comercialização a serviço de sucessivos 'lordes políticos", a grande maioria que mal conseguiu se livrar da lama deixada por outros pares seus, em antigas legislaturas.
Abaixada a tais pernósticos interesses que seguramente não correspondem aos interesses originais e até digamos, humildes de seus primeiros afiliados, a entidade hoje, marca presença muito mais socialmente a serviço de tais ricos e opulentos senhores da política, do que cuidando de cumprir as metas e propostas que deveria em benefício das pequenas mídias do DF e Entorno, e hoje é hilariantemente  confrontada por cenas até piegas, em defesa de ditadores comunistas bufões, seculares, quase eternos e  histriônicos e ridículos de tão grotescamente idolatrados como divindades onde o povo tem pouco mais de 300 gramas por dia para se alimentar, embora tendo um exército orgulhoso de 4,5 milhões de homens armados e em pé, pronto a “desafiar” as maiores potencias do mundo, com supostas hecatômbicas explosões nucleares, que os humildes, doutrinados  e pacatos cidadãos, deverão assistir perfilados, todos com roupas e cortes de cabelo parecidos, e com um barulho no estomago por causa da negra fome, tão intenso quanto a suposta explosão das bombas anunciadas!
Alguns dos que batem palmas a ditadores deste tipo mundo afora, ou aos seus discipulos, daquele tipo que procura sempre sempre com sua pose de socialista, a sombra de um carguinho público para passar 4 anos ou mais pregandos suas vanglórias socialistas, subvertendo claramente os propósitos iniciais da entidade, são os mesmos que apoiaram o maior delinquente da História do Brasil, dilapidador de todo um patrimônio nacional e culpado sem dúvida, de tanto descalabro e afundamento de um país inteiro em toda as áreas.

Os mesmos também que ficaram por 4 anos à sombra de governos ditos socialistas, sendo agraciados por verbas e cargos públicos aqui e em todo o país no bojo de seus nefastos joguinhos e partidos, tristemente manjados e  de resultados sempre fatais aos seus engendradores, como é o caso de alguns deles, um em prisão domiciliar em Brasília, ou o  outro, preso há 3 anos em Curitiba, e que vivia distribuindo afagos e favores aos que diziam iriam defender a sofrida categoria dos alternativos, enquanto agradava aos que planejaram e sucumbiram Brasília e o Brasil.
Desilusão crescente em toda a categoria, que sequer se dá ao trabalho de comentar o assunto, parecendo esperar que, sempre de acordo com as leis naturais, que o que foi desvirtuado desde o início, pereça por si mesmo.
Aos espertos, fica o conselho: o que se planta se colhe com certeza.
E pelo jeito, a montanha urrou, gemeu e pariu apenas alguns ratos.
Estes pelo menos servem como alimento a seus predadores.

Karlão-Sam.

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