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UM EX- SECRETÁRIO PODE DECRETAR O FIM POLÍTICO DO GOVERNADOR IBANEIS ROCHA.

12:04Brasília, Brasil e o mundo sem retoques!

 UM EX-SECRETÁRIO PODE DEPOR NA CPI DA PANDEMIA E DECRETAR O FIM POLÍTICO DO GOVERNADOR IBANEIS ROCHA.

Deposto do cargo e preso preventivamente e agora em liberdade, por um suposto e pesado esquema de corrupção na Saúde Pública do DF, ele até então um desconhecido vindo de Alagoas foi abandonado por seus supostos padrinhos políticos, e mesmo sem repercussão nenhuma, foi convidado para depor na CPI da Pandemia, e vai complicar a vida do  agora a caminho de se tornar o pior governador que Brasília já teve.

Este é o ex-secretário de Saúde do DF, Francisco de Araújo, em cuja gestão no centro de uma pandemia, morreram centenas de cidadãos brasilienses inocentes pela má gestão da Saúde do governo Ibaneis, numa secretaria que se tornou antológica em matéria de escândalos,onde  ocorreram desvios de milhões, ele que dizia “não dou um passo sem falar com o Governador”, e que cumpriu junto com a cúpula de nomeados por Ibaneis Rocha, um boa temporada na Papuda e foi abandonado depois ou “esquecido”por seus padrinhos. E ao que parece que vai abrir a boca com vontade agora.


O secretário de saúde do Distrito Federal, Francisco de Araújo, foi preso preventivamente enquanto estava em sua casa, no Noroeste, na manhã desta terça-feira 25 de agosto de 2020, por envolvimento em irregularidades na compra de testes para detectar covid-19. A operação, deflagrada pelo Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT), investiga o superfaturamento de R$ 30 milhões em cima da compra. Os casos de infecção por Covid-19 no Distrito Federal à época subiram para 159.526 — em relação ao dia anterior, 1.346 a mais.

O total de mortes de moradores do DF chegou a 2.248.

Ele agora deve carimbar o fim da carreira política do governador do DF, e seu jogo obscuro no poder, num momento em que ele não se entende nem com a cúpula de seu partido o controverso MDB e seus ilustres piores passageiros pela história política do DF.

Ibaneis Rocha sua forma egoísta de governar, parece não se lembra das mais de 30 cidades em volta  do Palácio do Buriti, e seus 3 milhões de habitantes, que ele esqueceu completamente com empresas públicas que não são capazes de trocar lâmpadas em postes públicos, reformar uma pracinha, ou melhorar a segurança pública nas ruas, e que a exemplo dos escândalos da Secretaria de Saúde, padece da falência crônica de uma máquina mal administrada onde funcionários usam a desculpa do agora oficializado “home office”, para ter um quadro desesperador de péssimo atendimento de praticamente todos os serviços públicos na capital do país.

O DF passa por um péssimo momento político onde Ibaneis parece estar paralisado por tantas irregularidades, como o IGES, um instituto ao estilo ONG, que apesar de  ter recentemente seu faturamento aumentado para mais de R$1Bilhão de reais por mês, só tem apresentado maus resultados a frente do antigo e memorável Hospital de Base do DF, no que parece um padrão em todo o país já há mais de 10 anos quando se começou a entregar as redes públicas de saúde, a estes malsinados institutos, quase todos envolvidos em cascatas de escândalos e desvios.


Ibaneis Rocha e seu grupo a frente do GDF, não consegue explicar tantas irregularidades denunciadas quase semanalmente em suas secretarias, como estas da “Operação Falso Negativo”, que levou toda a cúpula da Secretaria de Saúde do DF para a Papuda, por envolvimento em irregularidades como superfaturamento em mais de R$30 milhões na compra de testes para detectar covid-19.


A operação, deflagrada pelo Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT), efetuou sete prisões preventivas: Ricardo Tavares Mendes, ex-secretário adjunto de Assistência à Saúde; Eduardo Hage Carmo, subsecretário de Vigilância à Saúde; Eduardo Seara Machado Pojo do Rego, secretário adjunto de Gestão em Saúde; Jorge Antônio Chamon Júnior, diretor do Laboratório Central (Lacen); Iohan Andrade Struck, subsecretário de Administração Geral da Secretaria de Saúde do DF; e Ramon Santana Lopes Azevedo, assessor especial da Secretaria de Saúde. E nem apresentou justificativas plausíveis sobre porque fechou nesta mesma temporada de escândalos, um hospital de campanha construído dentro do Estádio Mané Garrincha que custou quase R$80 milhões, e que nunca foi devidamente justificado em seu desmonte assim como a montanha de recursos que foram entregues pelo Governo Bolsonaro ao Distrito Federal.


Um Governador que ao fazer campanha contra o rejeitado comunista Rodrigo Rollemberg, imitou descaradamente o estilo pessoal de outro Governador este sim, carismático do DF, Joaquim Roriz, mas que parece não ter conseguido conquistar a confiança do brasiliense como aquele fez, em nenhum destes quase 3 anos de seu Governo nebuloso.

O ex-secretário ao que parece, deve ter uma pá de 

cal guardada em sua casa.


Pesquisa internet

Karlão Sam.

 

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