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DE NOVO! POLÍCIA E MP DE NOVO NAS PORTAS DO GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL, DESTA VEZ NA SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO.

18:41Brasília, Brasil e o mundo sem retoques!

 E PARA NÃO PERDER O COSTUME, POLÍCIA NA PORTA DO BURTI!


E TOME POLÍCIA NA COLA DOS QUE DEVERIAM CUIDAR DA EDUCAÇÃO PÚBLICA DO POVO DO DF; DESTA VEZ DESCOBRIRAM MAIS UMA MINA DE RATOS, NA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO!

Polícia e Ministério Público fazem buscas na Secretaria de Educação do DF para investigar suposto desvio de verbas

Suspeita é de que empresas contratadas recebiam dinheiro público do PDAF e não forneciam bens ou prestavam serviços. Pasta diz que 'apoia e acompanha investigação'.

Enquanto Ibaneis Rocha parece que tem seus sonhos e pensamentos voltados para a campanha eleitoral do ano que vem, que para ele já começou mesmo com toda a desordem e bagunça imperante na maioria das cidades do DF exceto aquelas de sua preferência, onde alguns ratos de palácio carentes de aprovação já começaram a apostar suas fichas na reeleição dele, a Justiça parece navegar em sentido contrario e o pesadelo da Policia e do MP vira e mexe na sua porta no Buriti, voltam a incomodar o rotundo governador, já ilustre proprietário de um dos mais baixos índices de aprovação frente ao Governo do DF.

Desta vez o alvo foi a Secrtearia de Educação, que parece ter sempre disputado com a homônima da Saúde, a campeã de batidas policiais e prisões durante os mandatos da turma que chega a cadeira 01 do Buriti.

Segundo as denúncuias, alguém andou metendo a mão no dinheiro do PDAF,  aquele que é destinado a cobrir as despesas diárias das escolas públicas, sem a habitual burocracia das licitações.

E como sempre, rodaram em cana.

Veja como foi mais esta atuação de quadrilhas dentro do Governo do Distrito Federal como publicada hoje no Correio Braziliense.

Operação que apura desvio de recursos em escola pública do Distrito Federal foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (6/10). Até o momento, a Polícia Civil do DF (PCDF) cumpriu 17 mandados de busca e apreensão com objetivo de encontrar irregularidades existentes no Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (PDAF) para custear reformas da rede pública ligadas à Coordenação Regional de Ensino (CRE) do Recanto das Emas.

A investigação — parceria entre a Delegacia de Repressão à Corrupção (DRCOR/DECOR) e o Ministério Público, por meio da Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público Social (PRODEP/MPDFT) — teve início em 2020, com base em suspeitas de que pessoas jurídicas contratadas pela CRE para executar obras e serviços estariam vinculadas a servidores da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SES-DF). Essas empresas fariam uso de notas fiscais frias para atestar serviços não prestados de fato e com superfaturamento de valores.

 

Um dos casos analisados mostra que os preços dos contratos chegavam a ficar 279% acima do valor médio praticado no mercado. O provável modus operandi do esquema consistia no direcionamento de contratos para pessoas jurídicas vinculadas aos servidores da CRE do Recanto das Emas, que simulavam uma competição entre si.

Os processos eram direcionados para que essas empresas “vencessem”. Dessa forma, o grupo era sistematicamente beneficiado e praticava o superfaturamento de valores. A logística adotada compromete a efetiva fiscalização das prestações de contas. Segundo a PCDF há indícios no sentido de que as principais pessoas envolvidas no esquema foram constituídas, e são administradas, por servidores da própria CRE.

Outro lado

Procurada pelo Correio, a Secretaria de Educação declarou que "apoia incondicionalmente as investigações" e espera o esclarecimento "cabal" de todas as denúncias. "O Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (PDAF) é fonte de constante preocupação da secretaria, que nos últimos três meses baixou portaria obrigando a adoção de padronização na prestação de contas; e tornou público o saldo de cada regional de ensino e de cada unidade escolar nas verbas disponíveis no programa", informou, em nota, a pasta.

 

Ainda segundo a secretaria, o Governo do Distrito Federal criou, em 18 de agosto, o Cartão PDAF. "Com ele, todas as despesas no âmbito do programa serão feitas com fornecedores cadastrados preventivamente e submetidos a regras de transparência e controle. Desta forma, a Secretaria de Educação espera que a agilidade oferecida pelo PDAF para manutenção das escolas públicas se converta em melhorias na aprendizagem dos estudantes e no avanço pedagógico da rede como um todo”, completou.

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