BOCA SUJA: VOCÊ SE LEMBRA?











HOJE NO PALÁCIO DO BURITI NA OPERÇÃO SDA PCDF E MINISTÉRIO PÚBLICO:


Olha essa:
Carlos Leandro, que trabalhava na Casa Civil e foi transferido para a Secretaria de Planejamento, tá atolada no lamaçal da corrupção do DFTrans.

A PCDF faz busca e apreensão no gabinete de Carlos Leandro na Seplag e na casa dele em Águas Claras.

Tem gente que parece que está com malária no Buriti.

Treme mais que vara verde.

E olha os crimes que a polícia apura da Orcrim do governo "mãos sujas": associação criminosa, falsificação de documentos, estelionato contra administração pública e peculato.

E deram sorte hoje.

A juíza Edioni da Costa Lima da Primeira Vara Criminal de Brasília, por enquanto,  negou pedidos de prisão pra turma de colarinho branco.
durante o deflagramento da operação da PCDF na manhã desta quinta -feira (30), no anexo do Palácio do Buriti, um servidor da Secretaria de Planejamento jogou um aparelho celular pela janela do prédio pra não ver o objeto sendo apreendido.

O servidor só esqueceu de uma coisa pra tentar livrar alguém das garras da PCDF: aqui se tem a polícia mais competente da América Latina.

Os policiais foram  onde o celular havia caído, recolheram o aparelho mesmo quebrado e ainda por cima meteram um par de pulseiras prateada no calhorda. Toma mané!

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Se depender do STJ, pode dizer adeus ao cargo de deputado federal !
Entra na pauta desta semana do STJ o julgamento em que o Psol pede a cassação de Ronei Nemer de seu cargo de deputado federal.
Ele de triste memória  de sua passagem pela Câmara Legislativa do DF, quando foi considerado um dos maiores torradores do dinheiro público naquela casa, como por exemplo em 2001 quando, quando gastou 14.100 reais com combustível e lubrificantes, o equivalente a 4.700 litros de gasolina!

Rôney Nemer (PMDB), foi eleito deputado federal em outubro, teve sua condenação confirmada como "ficha suja" em 19 de novembro de 2014  pelo Tribunal de Justiça. Ele promete recorrer a instância superior, mas se a decisão for para valer, sua cadeira na Câmara dos Deputados pode ficar para Alírio Neto (PEN) ou Eliana Pedrosa (PPS).
Nemer foi acusado de improbidade administrativa pelo envolvimento no esquema de corrupção que ficou conhecido como mensalão do DEM. O deputado terá de devolver R$ 852 mil aos cofres públicos. Ele também teve os direitos políticos suspensos por seis anos.
O TJ entendeu que Nemer recebeu dinheiro para dar apoio  político ao governador na época, José Roberto Arruda, então no DEM. Como a decisão desta quarta foi unânime, a defesa só pode recorrer ao Superior Tribunal de Justiça.
De acordo com o processo, Nemer alega que as acusações “são de uma vagueza incomensurável e contraditórias”, que a captação de som do vídeo apontado como prova mostrou um diálogo fragmentado e ininteligível e que não há outro tipo de prova.
Se, mesmo tendo o mandato cassado, os votos de Nemer forem mantidos na coligação, a vaga ficará para o suplente Alírio Neto. Porém, se a votação for considerada anulada, quem estará eleita será a candidata do PPS, pelo critério de quociente eleitoral.
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NÃO "TÁ TUDO BEM" não, lá pelas bandas do Democratas!
Hamilton Tatu, caiu fora do DEM!
Pegou seu cavalinho quadrilheiro e foi galopar em outro partido e com outras pretensões a serem trabalhadas!
Já está devidamente encaixado em outro partido, em outro cargo como sub-gerente de projetos esportivos e culturais, e querem saber mais?
Bem feito!

O "coroné" das Arábias, que nunca diz "muito obrigado" pelos votos  e apoios que recebe, a ninguém, e se esquece rapidamente dos compromissos assumidos, agora perdeu o seu grande puxador de votos em Samambaia!
Respeite seus eleitores "coroné"!

Boa sorte ao "Tatu" em seu novo espaço!









Depois  as eleições 2014 em outubro, tem muita gente perdeu  o sono, tal o festival de denúncias que  ameaçou vir por aí!
Agora, alguns perdedores ameaçam botar lenha na fogueira das denúncias pra valer, talvez inspirados pela lama do do Petrolão e pelo rigor do Juiz caçador de corruptos, o Sérgio Moro!

E tem de tudo, tudo mesmo!
Falta de pagamento de pensão alimentícia, cirurgia plástica paga com dinheiro público para a amante; despesas com cabos eleitorais pagas somente com proteção policial, por medo de linchamento; notas fiscais frias para lançamento de despesas com entidades de assistência social(ong fantasma!) sexo em estacionamento de órgão público e outras coisinhas.
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É bem grande a lista de prevaricação de alguns funcionários e alguns dos novos políticos do DF. 
E não venham falar que está tudo debaixo do tapete por que o Ministério Público está fazendo levantamento em cima de novas provas com filmagens, de muita gente que andou recebendo sem declarar se dando bem com emendas para eventos sem vergonha, desde o apagar das luzes do governo Joaquim Roriz, e depois, do governo Arruda. Fantasmas voltarão sim! E vão assustar muita gente.
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RELEMBRANDO ALGUMAS HISTÓRIAS QUE NÃO PODEM E NEM DEVEM SER ESQUECIDAS:

MAS AÍ, O "DEDO-DURO-ENTREGADOR-MOR", DURVAL BARBOSA, RESOLVEU ABRI-LA E AÍ, DEU NO QUE DEU...







José Roberto Arruda e Junior Brunelli: Eternamente marcados como o Governador e o distrital da "Oração da Propina", da maldita "Caixa de Pandora"
(Leia ao final, a paródia de um poeta brasiliense à "Oração do agradecimento da propina").




MAS TUDO COMEÇOU COM ELES!
JOAQUIM DOMINGOS RORIZ E DURVAL BARBOSA, O GRANDE ENTREGADOR-MOR!

Os 13 eleitores do governador do DF são acusados de desviar R$ 10 milhões 
por João Bosco Rabello
Seção: Brasil DF

04.maio.2010 08:00:16
De acordo com os valores citados no inquérito da Operação Caixa de Pandora da Polícia Federal, o total desviado pelos 13 eleitores do novo governador do Distrito Federal, Rogério Rosso (PMDB), soma pouco mais de R$ 10 milhões.

Esse total considera os eleitores de Rosso que participaram da votação do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot) em dezembro de 2008, mais os R$ 6 milhões que, segundo o ex-secretário de Relações Institucionais Durval Barbosa, foram pagos ao presidente do PP-DF, Benedito Domingos, em troca do apoio da legenda ao ex-governador José Roberto Arruda na eleição de 2006.

A soma considera os valores mencionados nas denúncias. Em alguns casos, Durval afirma expressamente que o pagamento era mensal, em outros, não. Se todos os pagamentos abaixo de R$ 40 mil citados forem mensais, o valor global aumenta em 20% (cerca de mais R$ 2 milhões).
Segundo Durval, cada deputado que votou a favor do plano diretor teria recebido R$ 420 mil do esquema montado por Arruda.
Abaixo, um a um, os eleitores de Rosso, conforme as denúncias e valores revelados por Durval nos autos da Caixa de Pandora.

A ex distrital que terminou sua carreira de forma bisonha e calada, chegou a ser chamada nas redes sociais de, "Vovó Metralha"

1. Eurides Brito (PMDB)

R$ 420 mil (PDOT) + R$ 30 mil + R$ 14 mil

Em vídeo gravado pelo delator do mensalão, a deputada distrital aparece guardando maços de dinheiro na bolsa. Ao Ministério Público, Durval relatou que ela recebia R$ 30 mil por mês.
O nome dela também consta de lista apreendida com o ex-presidente da Câmara Leonardo Prudente, o “deputado do dinheiro na meia”, ao lado de valores entre R$ 10 mil e R$ 14 mil.
Por fim, ela votou pela aprovação do novo plano diretor do Distrito Federal. Seu voto teria custado R$ 420 mil, segundo Durval.

Eurides ainda responde a outra denúncia que não consta da Caixa de Pandora: R$ 5,9 milhões em emendas para a Associação de Amigos Pró-Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, que não teriam chegado à orquestra.
Um dos encargos da entidade é pagar o salário de R$ 40 mil do maestro Ira Levin, que é genro da distrital.


2. Benício Tavares (PMDB)

R$ 420 mil (PDOT)

Depoimento de Durval Barbosa afirma que ele entregou a Benício dinheiro de propina a pedido de Arruda.

Ele também votou a favor do PDOT e teria recebido R$ 420 mil, segundo Durval.
Outras acusações que pesaram sobre Benício Tavares:

Mortes na pescaria no Amazonas:

Benício Tavares viajou em 16 de setembro de 2004 para Manaus, onde participou de uma pescaria turística na região de Barcelos, no Amazonas, a bordo do iate de luxo Amazonian. Três dias depois, cinco garotas, algumas menores de idade, morreram em um naufrágio de outra embarcação, o Princesa Laura. A Polícia Civil amazonense descobriu, ao investigar o acidente, que as adolescentes voltavam de um programa sexual no barco em que Benício estava.
Durante a investigação, os policiais amazonenses ouviram garotas de programa que disseram ter estado no iate Amazonian. Algumas delas afirmaram que fizeram programa sexual com o deputado e confirmaram terem visto o Benício com jovens menores de idade. No início do ano passado, após investigações da Polícia Civil do DF, supervisionadas pelo TJDF, o procurador-geral de Justiça do Distrito Federal, Rogério Schietti, denunciou Benício. A Comissão de Ética da Câmara arquivou pedido de abertura de processo de cassação por quebra de decoro parlamentar. Em setembro, o Fórum de Enfrentamento à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes entrou com representação e um abaixo-assinado que pediam a reabertura do processo de cassação por quebra de decoro parlamentar.

3. Alírio Neto (PPS)

R$ 420 mil (PDOT)

Ex-presidente da Câmara Legislativa (2007/2008) e ex-secretário de Justiça do governo Arruda, Alírio Neto também recebeu os R$ 420 mil pelo Pdot, segundo Durval.

No mesmo depoimento, Durval afirmou que todas as secretarias de governo ocupadas por políticos com mandatos participavam do esquema de recebimento de propina.

4. Geraldo Naves (sem partido, ex-DEM)

R$ 420 mil (PDOT)

O deputado Geraldo Naves, apresentador do programa “Barra Pesada”, ficou preso por 60 dias, acusado de envolvimento na tentativa de suborno de Edson Sombra, uma das principais testemunhas do inquérito da Caixa de Pandora.

Mesmo motivo que levou o ex-governador José Roberto Arruda à prisão. Naves também votou a favor do PDOT.




5. Cristiano Araújo (PTB)

R$ 420 mil (PDOT)

Cristiano Araújo é acusado por Durval de ter recebido propina pela aprovação do Pdot
Fora do esquema da Caixa de Pandora, uma empresa de sua família do ramo de segurança - Fiança Serviços de Vigilância -, aparece numa das planilhas de caixa dois da campanha de Arruda.

Desde 2007, a empresa já recebeu R$ 240 milhões do GDF, dos quais pelo menos R$ 60 milhões são oriundos de contratos sem licitação. 

A Fiança presta serviços de vigilância e atende a maior parte do governo.


6. Dr. Charles (PTB)

R$ 420 mil (PDOT) + R$ 100 mil

O nome do deputado Dr. Charles, eleito com os votos dos médicos do Distrito Federal, aparece em documentos encontrados pela Polícia Federal na casa de Fábio Simão, ex-chefe de gabinete de Arruda.

O documento, guardado em um envelope endereçado a Simão, com data de 23 de novembro, traz a seguinte anotação: “1 – chefão 400, 2 – Dep Charles 100, 3 – Pesque Pague 800 4 – Brazlândia 1500”.

Fora da Operação Caixa de Pandora, Dr. Charles também responde a ação civil pública na qual o Ministério Público denuncia superfaturamento equivalente a R$ 5 milhões em contrato do Programa Família Saudável.

O deputado foi executor técnico do programa. Ele também teria recebido para votar pela aprovação do Pdot.


7. Rogério Ulysses (ex-PSB, sem partido)

R$ 420 mil (PDOT) + R$ 14 mil
Em conversa gravada por Durval Barbosa, o ex-chefe da Casa Civil José Geraldo Maciel fala que Rogério Ulysses receberia dinheiro diretamente com ele e com o ex-assessor de imprensa do GDF Omézio Pontes.

O nome de Ulysses também aparece na lista apreendida com o ex-presidente da Câmara Leonardo Prudente, o “deputado da meia”.

No documento, há o nome de seis deputados, entre eles, o de Ulysses, ao lado de valores entre R$ 10 mil e R$ 14 mil.

Ele também votou pela aprovação do Pdot.









Batista das Cooperativas)PRP)
R$ 420 mil (PDOT) + R$ 8 mil.

O nome do primeiro-secretário da Câmara Legislativa aparece em tabelas em poder de Durval Barbosa, que segundo o delator, mostrariam a contabilidade dos pagamentos feitos ao grupo de apoio político do governador.
Nesse documento, ao lado da sigla BC, aparece o valor de R$ 8 mil, que seria uma remuneração mensal.
Ele ainda é acusado de receber propina para votar pela aprovação do Pdot.

Durante seu mandato ele foi o responsável pela nomeação de Francisco de Assis, o "Chicão", administrador regional de Samambaia.


9. Pedro do Ovo (PRP)

R$ 420 mil (PDOT) + R$ 40 mil

Pedro do Ovo foi um dos dois suplentes afastados das votações relativas ao impeachment e à CPI da Corrupção por determinação da Justiça do Distrito Federal.
Segundo Durval, ele receberia dinheiro para votar os projetos de interesse do Executivo.

O nome dele aparece em uma conversa entre Arruda e o ex-chefe da Casa Civil, José Geraldo Maciel, em que este último afirma que Pedro recebe “trinta” com ele e “mais dez” com Omézio Pontes.

Pedro também votou a favor do Pdot.



Jornais, blogs e sites de todo o país repercutiram duramente o escândalo da "Caixa de Pandora"




10. Benedito Domingos (PP)

R$ 6 milhões + R$ 14 mil

Benedito Domingos é acusado por Durval de receber R$ 6 milhões de Arruda em troca do apoio do PP na eleição de 2006.

Em conversa gravada por Durval, José Geraldo Maciel diz que Benedito recebia dinheiro de Domingos Lamoglia, ex-chefe de gabinete de Arruda, conselheiro afastado do Tribunal de Contas do DF e investigado na Caixa de Pandora.

O nome dele também aparece na lista apreendida com o ex-presidente da Câmara Leonardo Prudente, o “deputado da meia”.

Na lista, há o nome de seis deputados, entre eles, o de Benedito, ao lado de valores entre R$ 10 mil e R$ 14 mil.

Não votou no Pdot porque, na época, era administrador regional de Taguatinga. Em seu lugar, votou a favor do plano o deputado Berinaldo Pontes (PP) – também citado na Caixa de Pandora.






11. Aylton Gomes (PR)

R$ 40 mil
Aylton Gomes aparece numa das conversas em que aparecem Durval Barbosa, Arruda e o ex-chefe da Casa Civil José Geraldo Maciel.
No diálogo, Maciel diz: “Aylton comigo 30 e com Omézio (ex-assessor de imprensa) 10”. Segundo Durval, a fala diz respeito à mesada para votação a favor do governo.
Não votou no Pdot porque, na época, era administrador regional de Planaltina.

 12Rôney Nemer (PMDB)
(Com José Roberto Arruda) 






Apareceu em conversa gravada por Durval Barbosa com o ex-chefe da Casa Civil José Geraldo Maciel.
Os diálogos captados pela Polícia Federal sugerem que Nemer recebia “11 e meio” de Maciel.
Ele não participou da votação do Pdot porque era presidente da Brasiliatur, empresa responsável pelos eventos de Brasília.



13. Aguinaldo de Jesus (PRB), à direita com Ricardo Teixeira e Arruda, quando foram denunciados por desvios de mais de 9 milhões de reais em um jogo contra Portugal no Estádio do Gama, o "Bezerrão".

Ex-secretário de Esportes do governo Arruda, não é citado no inquérito da Operação Caixa de Pandora e retornou à Câmara em março deste ano.

Fora da Caixa de Pandora, porém, Aguinaldo responde, junto com Arruda, a ação de improbidade administrativa em andamento na Primeira Vara de Fazenda Pública.

O Ministério Público aponta falha na contratação da empresa Ailanto Marketing para promoção da partida entre as seleções do Brasil e Portugal, na reinauguração do estádio Bezerrão, em dezembro de 2008.

O contrato, ao custo de R$ 9 milhões, foi avalizado por Aguinaldo e Arruda, mesmo com parecer contrário da Procuradoria do Distrito Federal.

Não votou no Pdot porque, na época, era secretário de Esportes do GDF.

Então fica no ar a pergunta que não quer se calar: Será que estaremos livres de sugadores do dinheiro público? Porque, por incrível que pareça, está cheio de gente por aí, pedindo a volkta deles!será que escapará alguém deste lamaçal que é a Câmara Legislativa do DF?


RECORDE AQUI A PARÓDIA SOBRE A ORAÇÃO DA PROPINA:


A ORAÇÃO DA PROPINA!!!!!!! 
AUTOR: CUÍCA DA ASA SUL
I
Valei-me Nossa Senhora
Do Reino da Pedra Fina,
Tanta meia recheada
Com o níquel da fedentina!
No pisotear da grana,
Reza em coro a ratazana
A Oração da Propina.
 II
São Leonardo Imprudente,
Orai até não ter jeito,
Entupa a roupa de notas,
Os pés esquerdo e direito,
E, se não couber na meia,
Peça a Santa Eurides Feia
Pra socar no meio dos peitos.
 III
São Benedito Domingos,
Vá chamar Santo Odilon,
Que São Brunelli já foi
Se fartar do que é bom,
Diga a Santa Eurides Brito
Que movimente o cambito
E me empreste o califon.
 IV
Me proteja, São Durval,
De tudo quanto é torpeza,
Filme o pântano distrital
(Peixe grande e miudeza),
Tore o podre na raiz:
Desde os tempos de Roriz
Que é grande a safadeza.
 V
Santo Benício Tavares,
Que não pode nem andar
Mas tem duas mãos muito ágeis
Para o dinheiro pegar,
Num barco agarrou sem dó
Uma índia caiapó,
Deus me livre de ir lá!
 VI
Orai, santos distritais,
rogai pelos penitentes:
São Roriz e São Arruda,
São PO e São Valente,
Tenham piedade do povo.
Viva São Pedro do Ovo,
Que bota o ovo na gente!
 VII
Que o Santo Rogério Ulisses,
Lá de São Sebastião,
Fale com São Maciel
Pra me emprestar R$ 1 milhão
Que veio de Santa Cristina,
Uma santa muita fina,
Protetora de ladrão.
 VIII
E se eu fosse São Arruda
Não largaria a questão:
Não foi ele quem inventou
Esse tal de mensalão.
Faz tempo que as empresas
Vivem nessa safadeza,
Mantendo a corrupção.
 IX
Mensalão já teve em Minas
E no plano federal,
No Rio Grande do Sul
E até no Pantanal.
Mais rasteiro que o chão,
Só faltava o mensalão
Do Governo Distrital.
 X
Santo Omézio, São Lamoglia
E Santo Roberto Giffoni,
Que os anjos toquem trombetas
Em mais de mil microfones
E mandem neste Natal
Pra cada lar distrital
Uma festa de panetones!
 

 Outubro vem aí!
Carlão-Sam.


















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